Pegadas de Jesus

Pegadas de Jesus

quinta-feira, 15 de abril de 2010

UM ENCONTRO COM RENATO RUSSO


Renato Russo


Houve um tempo em que eu não era ligada no trabalho de Renato Russo, mas, comecei prestar atenção e vi que as letras de suas músicas eram verdadeiras poesias, eram legais, e passei a curtir suas canções. Certa vez, encontrava-me em Vitória, do Espírito Santo, para participar de um evento de trabalho, lá pelos idos de 1994, e neste mesmo período, a Banda Legião Urbana estava realizando um show ( álbum Descobrimento do Brasil) em Vitória . Aconteceu que na volta, pegamos o mesmo avião para o Rio de Janeiro, pois, eu tinha uma conexão lá. Estava eu no Aeroporto de Vitória, na sala de embarque, puxando uma mala e segurando no braço uma pasta cheia de papéis, quando de repente, uma pessoa se choca comigo desastrosamente, e com o impacto minha pasta foi parar no chão, espalhando meus papéis por todos os lados. Sabem quem foi o desastrado? Renato Russo, que vinha chegando com o pessoal da Banda. Dirigiu-se a mim, com cara de menino travesso, me pediu desculpas e recolheu meus papéis no chão, e sorrindo entregou-me a pasta se desculpando mais uma vez. Eu sorri, agradeci, e lembro sempre com muito carinho daquele breve encontro, ou melhor, encontrão, rsrsrs.



Os Bons Morrem Jovens
Legião Urbana
Composição: Renato Russo


É tão estranho
Os bons morrem jovens
Assim parece ser
Quando me lembro de você
Que acabou indo embora
Cedo demais
Quando eu lhe dizia
Me apaixono todo dia
É sempre a pessoa errada
Você sorriu e disse
Eu gosto de você também
Só que você foi embora...
Cedo demais!
Eu continuo aqui
Meu trabalho e meus amigos
E me lembro de você
Em dias assim
Dia de chuva
Dia de sol
E o que sinto não sei dizer...
Vai com os anjos
Vai em paz
Era assim todo dia de tarde
A descoberta da amizade
Até a próxima vez...
É tão estranho
Os bons morrem antes
Me lembro de você
E de tanta gente que se foi
Cedo demais!
E cedo demais...
Eu aprendi a ter
Tudo o que sempre quis
Só não aprendi a perder
E eu que tive um começo feliz...
Do resto não sei dizer
Lembro das tardes que passamos juntos
Não é sempre mais eu sei
Que você está bem agora
Só que neste mundo
O verão acabou.
Cedo demais!

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quarta-feira, 14 de abril de 2010

O HOMEM COM O BRAÇO DE OURO


Imagem da Net


Que lição de vida maravilhosa a desse australiano, quanto amor e quanta doação.

O australiano James Harrison, dono de um tipo sanguíneo raro, já salvou a vida de 2 milhões e 200 mil recém-nascidos, incluindo a do próprio neto. Seu plasma sanguíneo é usado na criação de uma vacina aplicada em mães para evitar que seus bebês sofram da doença de Rhesus, também conhecida como doença hemolítica ou eritroblastose fetal. A doença causa incompatibilidade entre o feto e a mãe. A doença acontece quando o sangue da mãe é Rh- e, o do bebê é Rh+. Após uma primeira gravidez nestas condições ou após ter recebido uma transfusão contendo sangue Rh+, a mãe cria anticorpos que passam a atacar o sangue do bebê. O sangue de Harrison, de 74 anos, no entanto, é capaz de tratar essa condição mesmo depois do nascimento da criança, prevenindo a doença. Após as primeiras doações à Cruz Vermelha australiana, descobriu-se a qualidade especial do sangue de Harrison. Foi quando ele ganhou o apelido de “ o homem com o braço de ouro”. Nunca pensei em parar de doar, disse Harrison à mídia local. Em mais de uma década, ele fez 984 doações de sangue e deve chegar a de número mil ainda este ano. Harrison se tornou voluntário de pesquisas e testes que resultaram no desenvolvimento de uma vacina conhecida como Anti-D, que previne a formação de anticorpos contra eritrócitos Rh-positivos em pessoas Rh-negativas. Antes da vacina Anti-D, Rhesus era a causa de morte e de danos cerebrais de milhares de recém-nascidos na Austrália. Aos 14 anos de idade, Harrison teve de passar por uma cirurgia no peito e precisou de quase 14 litros de sangue para sobreviver. A experiência foi o que o levou, ao completar 18 anos de idade, a passar a doar com constância o próprio sangue. Seu sangue foi considerado tão especial que o australiano recebeu um seguro de vida no valor de um milhão de dólares australianos, o equivalente a R$ 1,8 milhão.

Texto de Giovana Vitola (de Sydney) para a BBC Brasil.

terça-feira, 13 de abril de 2010

A BONDADE EM FORMA DE GENTE


Imagem da Net
Santa Terezinha


Admiro as pessoas que abraçam suas vocações, e que fazem delas uma verdadeira missão. Irmã Terezinha, minha querida comadre, madrinha do meu filho, é uma dessas religiosas por quem se tira o chapéu, assim como a querida Santa Terezinha do menino Jesus. É um exemplo de simplicidade e ternura. É a bondade em forma de gente. Porém, é enérgica quando necessário. Tem um coração acolhedor, uma palavra amiga, e acima de tudo é uma mulher de ação. Vive rodeada de órfãos, crianças carentes, doentes e idosos, pois, o objetivo da sua congregação é amparar os semelhantes nos piores momentos de suas vidas, e a minha querida amiga e comadre, vive isso de forma intensa. É bonito de se ver ela rodeada por aquelas pessoas tão fragilizadas, tão carentes, depositando nela suas últimas esperanças, e ela, com aquele jeitinho meigo e aquela simplicidade que lhe é peculiar, tão franzina e tão forte, acalmando o espírito de cada um com um sorriso, uma palavra de conforto, mas, acima de tudo, atendendo suas necessidades mais urgentes. Deus com certeza lhe concederá, irmã Terezinha, a coroa da vida, pois, creio firmemente que o caminho pra se chegar a Ele é horizontal, servindo aos homens, e não vertical, como somos fadados a acreditar.

“ Comece fazendo o necessário, depois o que é possível, e muito em breve estará fazendo o impossível”. São Francisco de Assis.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

SURPRESA!!! FELIZ ANIVERSÁRIO!




Família


Mamãe


Senti uma forte emoção quando a vi, parada ali, com a expressão da surpresa estampada no rosto, já tão marcado pelo frio do tempo. Olhava de um lado para o outro da casa, enquanto era saudada por toda nossa família (esposo, filhos (as), netos(as), genro e noras) e uns poucos amigos, com um alegre e festivo parabéns pra você. Em poucos instantes se recompôs, e demonstrou grande alegria e satisfação em cada abraço recebido. A expressão de contentamento e a simplicidade do semblante ao abrir seus presentes, tão singelos, lembravam as atitudes de uma criança. No bolo, decorado com florzinhas cor de rosa, crepitavam as chamas de duas velinhas, indicando o tempo transcorrido de uma vida marcada por tantas lutas, tantas renúncias, tantas ingratidões, tantas decepções, tantas resignações, mas, acima de tudo uma vida permeada por muito amor, muita doação e muitas alegrias também. Os cabelos branquinhos como a neve, o corpo já levemente encurvado, evidenciam o que as velinhas crepitantes demonstram: 75 anos de vida. No entanto, o tempo não conseguiu destruir, mas, tão somente aumentar a beleza interior desta mulher, sua garra , determinação e dinamismo. Apesar do cansaço peculiar da idade, ela sabe aproveitar cada instante da sua vida. Gosta de viajar, participa de movimentos da igreja, vai a todas as festas para a qual é convidada, e tem muitos planos pra sua vida, o que considero uma maravilha. Sua virtude mais nobre é o amor ao próximo. Se alguém chora, ela está lá, partilhando do momento doloroso, se alguém tem fome, ela está lá, repartindo o seu pão, se alguém se desorienta, ela está lá, tentando mostrar um novo caminho. Meu vocabulário é pobre para descrever o que sinto por esta mulher, tão humana, mas tão divina para mim, ela, que é o anjo da minha vida. E tudo que posso dizer neste momento é: Parabéns pra você, mamãe! Feliz aniversário! Eu a amo muito. Que Deus conceda-lhe muitos anos de vida, para podermos nos deleitar com a sua presença.

Dedico este post à minha mãe, pela passagem do seu aniversário no dia 04 de abril.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

UMA DOR DE BARRIGA, SÓ PRÁ CONTRARIAR


iMAGEM DA nET


Fiz um passeio em São Paulo, nas férias, em 1998. Fomos eu, minha mãe, minha irmã Ceiça e meu filho Ewerton que tinha na época seis anos. Foi uma viagem maravilhosa. Visitamos nossos parentes, fomos ao santuário de Aparecida, conhecemos a cidade de Itu e sua cultura, ficamos um final de semana em Santos, enfim, fizemos muitos passeios... Em um desses passeios, aconteceu uma coisa cômica (eu que sei, kkkk). Era um domingo ensolarado do mês de fevereiro, e lá fomos nós, passear, com uma lista de opções pra escolher. Saímos bem cedo de casa, de carro, com meu primo João, sua esposa, e a filha Meire. Estávamos curtindo o passeio quando, por volta das 11 horas, comecei sentir uma dor de barriga. A princípio discreta, quase uma carícia, depois, transformou-se num pesadelo. Era uma dor tão forte que eu estava ficando verde (Hulk??), me contorcia, suava... minha mãe me abanava, meu filho choramingava e meu primo acelerava (o carro, é claro), procurando um lugar para resolvermos aquela situação. Paramos em alguns lugares que por um motivo ou outro não nos atenderam. Quando eu estava prestes a desmaiar, meu primo estacionou defronte de uma Casa de Shows, famosa, onde estava havendo uma festa com o grupo musical SPC – Só Pra Contrariar.Os seguranças me permitiram entrar (sozinha). Passei pela pista de dança, que estava lotada, feito um raio, sem enxergar nada, nem ninguém. Esbarrei numa porta vai-e-vem, que encontrei pela frente, onde estavam ostentadas as duas letrinhas mágicas: WC (para deficientes) . Voltei, poucos instantes depois, com o semblante de quem sai de um campo de batalha, mas, com o alívio estampado no rosto, demonstrando que ganhara a guerra. Fiquei por alguns instantes parada, olhando a pista de dança, e dando uma espiadinha no palco onde o SPC fazia seu show. Depois, saí para me encontrar com meus familiares, que me aguardavam ansiosos lá fora, e que me receberam com boas gargalhadas. Que mico, hein?

quinta-feira, 8 de abril de 2010

E LÁ SE FOI NOSSO CHURRASCO!!!


Imagem da Net


Em 2004, eu morava na cidade de Campina Grande, na Paraíba, em um conjunto residencial chamado Dinamérica. A rua onde eu morava era a mais larga do conjunto, pois, era dividida por uma quadra de esportes inacabada. O pessoal do conjunto, e mais especificamente o pessoal da rua, era bem agradável e animado. Tínhamos um vizinho, um sujeito muito simpático e gente boa, que estava criando um bode para fazer um churrasco no final do ano para toda vizinhança (segundo ele). Costumava deixar o bode amarrado em uma árvore, defronte da sua casa. O bode era conhecido de todos, e a finalidade do bode também. Certo dia, por volta das 13 horas, eu retornava para o trabalho após o almoço. Saí de casa e passei pelo bode que estava amarrado na árvore. Segui em direção ao outro lado da rua, rumo a parada de ônibus. O sol estava escaldante naquela tarde, não se via um pé de pessoa na rua. As casas, todas rodeadas com muros altos, deixavam a rua bem esquisita naquela hora do dia. No meio da quadra, vindo do sentido oposto, aproximava-se um rapaz. Passou por mim cabisbaixo. Continuei o meu trajeto e quando cheguei do outro lado, e me virei, vi que o dito rapaz estava desamarrando o bode, e em poucos instantes o conduzia, e o bode o seguia docilmente. Fiquei olhando estarrecida aquele atrevimento. Pensei em gritar, mas, olhei pros quatro cantos e não vi ninguém, além de mim, do meliante, e do bode. Tive medo de gritar e ele se voltar contra mim, e me dá uns tabefes, e ainda levar o bode. Esperei então ele se afastar um pouco e corri à casa do nosso vizinho para avisar, a fim de que se fizesse o resgate do bode. Chegando lá, contei o caso, e voltei novamente para parada de ônibus, pois, se perdesse aquele horário teria que esperar uns 40 minutos pelo próximo. Quando voltei, à noite, a rua estava animadíssima, todos comentavam o caso do bode. Os vizinhos, adultos e crianças, passaram a tarde toda procurando o bode, que sumiu como que por encanto, numa fração de minutos. O meliante dobrou uma esquina e ninguém mais o encontrou. Pronto, lá se foi nosso churrasco! Imaginem se um escritor de histórias policiais resolvesse contar a história desse bode? Com certeza eu estaria em apuros, e entraria na lista de suspeitos, pois, eu fui a última pessoa a ver o bode. Pode?

quarta-feira, 7 de abril de 2010

SER MÃE


Eu e Ewerton


Ser mãe, como diz um velho ditado, é padecer no paraíso. É a mais sublime experiência que um mulher pode viver. É uma missão que Deus nos confia, muito árdua, mas, de valor inestimável. Somos chamadas a gerar vidas, contribuindo com Ele no plano de criação. E nos rendemos a tarefa de cuidar, amar e ensinar as mais nobres virtudes da vida aos nossos filhos, tendo por conseqüência a felicidade de conhecer o amor verdadeiro, puro e incondicional. Sinto-me realizada como mãe, e muito abençoada. Meu filho significa o presente maior, o mais precioso, o verdadeiro tesouro que a vida me concedeu. A minha trajetória como mãe tem sido um processo gratificante de crescimento, de contentamento, de satisfação. Não há nada mais compensador do que ver um filho crescendo, aprendendo, descobrindo, realizando, conquistando, e acima de tudo demonstrando amor e respeito, e vivendo de acordo com os valores que transmitimos. Os filhos nos ensinam grandes lições na vida, de desprendimento, de ternura, de resignação, de coragem, enfim... Que Deus ilumine meu filho, e conceda-lhe um coração bom e generoso, e que ele seja um instrumento de amor e solidariedade, a fim de poder contribuir para o bem da humanidade. Meu filho é o oásis da minha vida!




Fotografias: Cillene Melo e Sonia Medeiros

terça-feira, 6 de abril de 2010

SR. ONILDO, UMA LIÇÃO DE VIDA.

Há um chavão em um programa televisivo, da Rede Vida, que diz: “O maior espetáculo para o homem, é o próprio homem”, e eu concordo plenamente. Acho incrível as histórias de superação. Conheci uma pessoa, um amigo da família, chamado Onildo Valença, que foi uma grande lição de vida para mim. Sr. Onildo, como chamávamos, foi comerciante por muitos anos, viajou muito, era determinado, dinâmico, tratava as pessoas com gentileza, era conversador, curioso e muito prestativo. Foi acometido de diabetes e a partir de então começaram surgir vários problemas de saúde. Perdeu a visão, por causa da doença, e depois de certo tempo teve suas pernas amputadas. Surgiram problemas cardíacos e uma série de outras limitações. Dava dó de vê-lo se arrastando pelo chão, dependendo dos outros, para atender suas necessidades mais básicas. Mas, acho que ele é quem deveria sentir pena dos outros, pois, ele tinha uma força, uma energia positiva, uma vontade de viver, uma alegria, um entusiasmo, que eu achava inacreditável. Ele repetia sempre que viver era muito bom, tinha medo da morte, e pedia sempre a Deus para conceder-lhe um pouco mais de tempo de vida. Às vezes, e não foram poucas, ele era hospitalizado aqui em Caruaru, e mandava nos comunicar, a mim e a minha irmã, para que fossemos visitá-lo. Íamos visitá-lo e tínhamos horas e horas de boas conversas. E ele demonstrava uma esperança tão grande, uma fé, que eu admirava, pois, às vezes, o quadro dele era bastante complicado. Algumas vezes eu me retirava um pouco da presença dele para chorar. Foi um grande guerreiro Sr. Onildo. E eu, que acredito na vida após a morte, numa vida superior, tenho um desejo intenso de um dia poder encontrá-lo, no mundo espiritual, livre de todas as suas limitações e vivendo uma vida plena, aquela que Jesus nos prometeu.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

MEU DOCE VÍCIO


Imagem da Net


Tenho e sempre tive paixão pela leitura. Desde muito cedo adquiri o hábito de ler, e devorava tudo que caía às minhas mãos, com grande prazer. Comecei pelas histórias em quadrinhos, os gibis, como chamávamos na época, depois, passei para as revistas de fotonovelas, para a literatura clássica, por causa dos trabalhos escolares, mas, a partir daí, tornou-se um doce e suave vício, e nunca mais consegui sobreviver sem os livros. Não tenho preferências, leio tudo, e de tudo aproveito o que há de melhor. Já li muitos livros, os mais variados: infantis, clássicos universal, sociologia, filosofia, doutrinários, história, aventuras, ficção, dramas, policial, científicos, humor, espionagem, terror, enfim... Ler para mim é viajar, é conhecer o mundo sem sair do lugar, é sentir todas as emoções e me deliciar com o conhecimento. Tive o privilégio de ler excelentes livros, dos quais destaco os abaixo relacionados, e recomendo.
- Mauá – Empresário do Império (Jorge Caldeira)
- As veias abertas da América Latina (Eduardo Galeano)
- A história da riqueza do homem (Léo Huberman)
- Cem anos de solidão (Gabriel Garcia Márquez)
- Os Miseráveis (Vitor Hugo)
- O sétimo segredo (Irwing Wallace)
- O dia do chacal – (Frederick Forsyth)
- O caçador de pipas – (Khaled Hosseini)
- A cidade do sol – (Khaled Hosseini).
Este é o meu doce e suave vício.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

VISITA DE JOÃO PAULO II, EU ESTAVA LÁ.


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Das 104 viagens internacionais de João Paulo II, quatro destinaram-se ao Brasil. A primeira realizou-se em junho de 1980. Foram 12 dias em terras brasileiras, durante os quais João Paulo II pronunciou 51 discursos. Na primeira viagem ao Brasil (30 de junho a 12 de julho) o Papa visitou Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Aparecida, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife, Fortaleza, Teresina, Belém e Manaus. Eu estava lá em Recife, no viaduto Joana Bezerra, e cantei com a multidão a música de Péricles Barros “ A bênção, João de Deus”.

A benção, João de Deus.

A benção, João de Deus,

Nosso povo te abraça.

Tu vens em missão de paz,

E és bem vindo.

Abençoa esse povo que te ama


“ O diálogo com os mortos não deve ser interrompido, pois, na realidade, a vida não está limitada pelos horizontes do mundo”. João Paulo II.