Pegadas de Jesus

Pegadas de Jesus

quinta-feira, 6 de maio de 2010

HOJE É FESTA, SÓ ALEGRIA...


Ewerton e suas avós




Almoço em família


Ewerton e a tia Ceiça

Ewerton e a namorada Diana



Ewerton, Eu e Assis


Ewerton



Hoje é um dia especial, o dia do aniversário do meu amado e único filho. Dezoito anos. Uma data tão significativa, um marco na vida de qualquer pessoa. Estive recordando com saudade de tantas coisas da sua jovem história: dos seus primeiros passos, primeiras palavras, primeiros dentes, primeira escola, das festinhas de aniversário, onde de palhaço a super heróis, tudo foi motivo de alegrias. Rememorei suas conquistas, seus esforços, suas vitórias, e me senti feliz por meu filho ter sido sempre muito abençoado por Deus. Hoje, adquire o passaporte para a vida, a maioridade. Com ela passa a ter a liberdade tão sonhada, mas, também, e principalmente, passa a responder por todos os seus atos. Filho, aproveite essa liberdade pra viver de forma intensa, pois, há muito pra se fazer neste mundo. Alce vôo, o mundo é seu, e viva a aventura de viver! Um novo caminho se descortina à sua frente, com novas responsabilidades e inúmeras possibilidades, agora tudo é permitido, mas, nem tudo é lícito, portanto, filho, cuide para que suas escolhas não lhe tragam conseqüências desagradáveis e irremediáveis. Até hoje respondi por você, fiz suas escolhas ou ajudei-o a escolher, impus limites, e disse “sim e não” para tantas questões, porém, agora, é você quem decidirá por si. Estarei sempre contigo, e nunca deixarei de orientá-lo, pois, este é o meu dever, mas, procurarei respeitar suas decisões, afinal, pra isso lhe preparei. Sinto-me realizada como mãe, sou grata a Deus por esta missão, e digo-lhe que não foi difícil, não com você filho, mas, foi antes de tudo um grande prazer. Esta data é muito especial, é como se o cordão umbilical fosse finalmente cortado, é como receber um cheque em branco e gastá-lo como quiser, é a conquista da liberdade de ir e vir, é o sinal verde para a vida. Feliz aniversário, filho! Que mais posso desejar-lhe senão que Deus continue lhe abençoando? Sejas feliz, e nunca esqueças de que és muito amado. Feliz aniversário! Feliz maioridade! Um milhão de beijos...

quarta-feira, 5 de maio de 2010

E DEUS ME OUVIU


Imagem da Net


A vida é cheia de altos e baixos, mas, nem por isso deixa de ser bela. Nos momentos alegres devemos agradecer a Deus, e nos momentos tristes clamar a Deus, e Ele atravessará conosco o vale da sombra da morte, como bem diz o salmo 23. Há exatamente 14 anos atrás, dia 05/05/1996, vivi um momento ímpar, tão doloroso, que na verdade não tenho palavras pra descrever, e creio ter sido o pior da minha vida, sem sombra de dúvidas. Foi quando quase perdi meu filho. Na época, ele tinha quatro anos, era véspera do seu aniversário. Começou com uma dor de barriga normal, e culminou numa cirurgia para retirada do apêndice. Parece simples, mais não foi. Até se descobrir qual era o problema, vi meu filho se esvaindo, se contorcendo de dor. Depois da cirurgia, houve umas complicações: aderência nas alças intestinais e inflamação da cavidade abdominal, o que provocou obstrução e teve que se fazer nova cirurgia. Houve um momento de grande desespero, em que eu já não sabia mais o que fazer, sentia-me impotente. Ajoelhei-me no quarto, com o rosto banhado em lágrimas, o coração dilacerado pelo medo e pela angústia, e me rendi diante de Deus. Entreguei meu filho nas mãos Dele e disse: Senhor, tudo o que está ao meu alcance tenho feito, sinto-me perdida, sem saber que mais posso fazer. Eu o entrego em tuas mãos, ajude meu filho ..., e saí às pressas, mais uma vez, para o Hospital. Em menos de 30 dias foram duas cirurgias (e quase que acontece uma terceira), e um sofrimento terrível e constante. Passamos quase um mês hospitalizados, eu, meu marido e nosso filho, porém, a partir do dia que supliquei a Deus por meu filho, ajoelhada no quarto, as coisas começaram a melhorar e com poucos dias voltamos pra casa, numa cura que creio firmemente ter tido a mão de Deus. È horrível a rotina de um hospital, o medo, as incertezas, o desespero, a impotência, são os companheiros de todas as horas. O trauma foi tão grande que nunca consegui superar, pois, basta ouvir a sirene de uma ambulância que vem à tona todo o trajeto que percorri em estado de choque e de desespero, quando removia meu filho de um hospital para outro. No entanto, esta experiência me ensinou muitas lições de vida, pois, além de considerar um verdadeiro milagre o que Deus nos concedeu, a cura do meu filho, tive a ajuda, o carinho e a presença de tanta gente que me ouvia, me acalmava, rezava comigo, e depois do caso passado agradeceram a Deus conosco.

Jamais esquecerei a disponibilidade do Sr. Gena que tanto nos ajudou, da minha amiga Carmem (de Maceió) que me ofereceu sua casa e seu ombro amigo, e da dedicação e cuidados do Dr. Walter Filho (cirurgião pediátrico da Santa Casa de Misericórdia de Maceió/AL), dos amigos e familiares.

“ Há três métodos para ganhar sabedoria: primeiro, por reflexão, que é o mais nobre; segundo, por imitação, que é o mais fácil; e terceiro, por experiência, que é o mais amargo.” Confúcio.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

PATATIVA DO ASSARÉ


Patativa do Assaré
Imagem da Net


Desilusão
Patativa do Assaré
(Antônio Gonçalves da Silva)


Como a folha no vento pelo espaço
Eu sinto o coração aqui no peito,
De ilusão e de sonho já desfeito,
A bater e a pulsar com embaraço.

Se é de dia, vou indo passo a passo
Se é de noite, me estendo sobre o leito,
Para o mal incurável não há jeito,
É sem cura que eu vejo o meu fracasso.

Do parnaso não vejo o belo monte,
Minha estrela brilhante no horizonte
Me negou o seu raio de esperança,

Tudo triste em meu ser se manifesta,
Nesta vida cansada só me resta
As saudades do tempo de criança.
(Patativa do Assaré)


Imagem da Net


Patativa do Assaré era o nome artístico (pseudônimo) de Antônio Gonçalves da Silva. Nasceu em 5 de março de 1909, na cidade de Assaré (estado do Ceará). Foi um dos mais importantes representantes da cultura popular nordestina.

Dedicou sua vida a produção de cultura popular (voltada para o povo marginalizado e oprimido do sertão nordestino). Com uma linguagem simples, porém poética, destacou-se como compositor, improvisador e poeta. Produziu também literatura de cordel, porém nunca se considerou um cordelista.

Sua vida na infância foi marcada por momentos difíceis. Nasceu numa família de agricultores pobres e perdeu a visão de um olho. O pai morreu quando tinha oito anos de idade. A partir deste momento começou a trabalhar na roça para ajudar no sustento da família.

Foi estudar numa escola local com doze anos de idade, porém ficou poucos meses nos bancos escolares. Nesta época, começou a escrever seus próprios versos e pequenos textos. Ganhou da mãe uma pequena viola aos dezesseis anos de idade. Muito feliz, passou a escrever e cantar repentes e se apresentar em pequenas festas da cidade.

Ganhou o apelido de Patativa, uma alusão ao pássaro de lindo canto, quando tinha vinte anos de idade. Nesta época, começou a viajar por algumas cidades nordestinas para se apresentou como violeiro. Cantou também diversas vezes na rádio Araripe.

No ano de 1956, escreveu seu primeiro livro de poesias “Inspiração Nordestina”. Com muita criatividade, retratou aspectos culturais importantes do homem simples do Nordeste. Após este livro, escreveu outros que também fizeram muito sucesso. Ganhou vários prêmios e títulos por suas obras.

Patativa do Assaré faleceu no dia 8 de julho de 2002 em sua cidade natal.


Fonte: Net (Sua Pesquisa.com).

sexta-feira, 30 de abril de 2010

SEPARAÇÃO


Imagem da Net


A separação é sempre dolorosa e conflitante. Vivi a angústia desse momento. Senti meus sonhos destroçados, pisoteados, jogados no lixo. Todas as palavras de amor, ditas, passaram a não significar mais nada. A sensação de perda, de rejeição, de abandono, foi terrível. Era uma dor que não dava trégua ... dormia e acordava com ela. Culpava-me pelo que acontecera, achando que poderia ter sido melhor, e ao mesmo tempo, era acometida de uma raiva intensa, e culpava o outro de ter sido responsável por tudo, de não ter valorizado o nosso amor. O processo de recuperação é lento, leva-se um tempo. É preciso despejar essa dor, confiar em Deus, compartilhar com alguém, aceitar os fatos, tocar a vida pra frente... O tempo cura tudo, e um belo dia, me descobri livre daquela dor, não doía mais, não incomodava mais, e ri de tudo que passou, e me senti leve e solta, feliz pela superação, por mais uma batalha vencida, e pela certeza de que o passado ficara no passado. Aprendi muitas lições com este momento: a de me dar o devido valor e de valorizar o outro, a de não subestimar, e acima de tudo perdoar . E com o tempo, uma nova lição, a abertura para um recomeço, uma reconciliação.


Soneto de Separação
De repente do riso fêz-se o pranto
silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fêz-se espuma
E das mãos espalmadas fêz-se o espanto.

De repente da calma fêz-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fêz-se o pressentimento
E do momento imóvel fêz-se o drama.

De repente, não mais que de repente
Fêz-se de triste o que se fêz amante
E de sozinho o que se fêz contente.

Fêz-se do amigo próximo o distante
Fêz-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.

Vinicius de Moraes, in 'O Operário em Construção'

quinta-feira, 29 de abril de 2010

OFICINA BRENNAND


O Artista















A Oficina Brennand surge em 1971 nas ruínas de uma olaria do início do século XX, como materialização de um projeto obstinado e sem trégua do artista Francisco Brennand. Antiga fábrica de tijolos e telhas herdada de seu pai, instalada nas terras do Engenho Santos Cosme e Damião, no bairro histórico da Várzea, e cercada por remanescentes da Mata Atlântica e pelas águas do Rio Capibaribe, a Cerâmica São João tornou-se fonte inspiradora e depositária da história do artista pernambucano.
Lugar único no mundo, a Oficina Brennand constitui-se num conjunto arquitetônico monumental de grande originalidade, em constante processo de mutação, onde a obra se associa à arquitetura para dar forma a um universo abissal, dionisíaco, subterrâneo, obscuro, sexual e religioso.
A presença do artista num trabalho contínuo de criação confere à Oficina um caráter inusitado, identificando-a como uma instituição intrinsecamente viva e com uma dinâmica que torna imprevisíveis os rumos da arquitetura e da obra.

Horários de visitação:
·Segunda-Feira à Quinta-feira: 08h00 às 17h00.
·Sexta-feira : 08:00 às 16:00.
·Sábado, Domingo e Feriado: fechado.

Várzea - Recife/PE.

Fonte: Net

quarta-feira, 28 de abril de 2010

A FEIRA DE CARUARU








A Feira de Caruaru

Composição: Onildo Almeida

A Feira de Caruaru,
Faz gosto a gente vê.
De tudo que há no mundo,
Nela tem pra vendê,
Na feira de Caruaru.

Tem massa de mandioca,
Batata assada, tem ovo cru,
Banana, laranja, manga,
Batata, doce, queijo e caju,
Cenoura, jabuticaba,
Guiné, galinha, pato e peru,
Tem bode, carneiro, porco,
Se duvidá... inté cururu.

Tem cesto, balaio, corda,
Tamanco, gréia, tem cuêi-tatu,
Tem fumo, tem tabaqueiro,
Feito de chifre de boi zebu,
Caneco acuvitêro,
Penêra boa e mé de uruçú,
Tem carça de arvorada,
Que é pra matuto não andá nú.

Tem rêde, tem balieira,
Mode minino caçá nambu,
Maxixe, cebola verde,
Tomate, cuento, couve e chuchu,
Armoço feito nas cordas,
Pirão mixido que nem angu,
Mubia de tamburête,
Feita do tronco do mulungú.

Tem louiça, tem ferro véio,
Sorvete de raspa que faz jaú,
Gelada, cardo de cana,
Fruta de paima e mandacaru.
Bunecos de Vitalino,
Que são cunhecidos inté no Sul,
De tudo que há no mundo,
Tem na Feira de Caruaru.
***

Grande poeta!

terça-feira, 27 de abril de 2010

CHATA, EU?


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Desde que me entendo por gente que fui premiada com o título de chata (na família). Antes eu protestava, achava que era perseguição e me ofendia muito quando alguém lá em casa dizia a palavrinha mágica. Depois, com o passar do tempo, fui me conhecendo melhor e descobri que eu realmente sou uma tremenda chata, uma mala sem alça,KKK. Tenho e sempre tive algumas atitudes que me levaram ao pódio, como por exemplo: gosto de manter as coisas em seus devidos lugares, bem arrumadas, alinhadas, e quando alguém troca de lugar qualquer coisa ou desarruma, já viu, né? Tenho mania de limpeza, e mesmo não gostando de serviços domésticos, procuro manter tudo limpo, e ai de quem sujar. Cumpro meus compromissos rigorosamente nas datas e horários acordados, mas, sempre espero reciprocidade. Sou pontual, e me agrada quando os outros também são. Respeito tremendamente o espaço dos outros, porém, exijo que respeitem o meu. Sigo algumas tradições e às vezes aconselho àqueles que não seguem. Sou disciplinada, me subordino sem qualquer problema a hierarquias, enfim, sou mesmo padrão. Não acho que nada disso me prejudicou na vida, muito pelo contrário, muitas vezes me renderam elogios, porém, a mania de querer que os outros (família) ajam da mesma forma que eu, me garantiram o título que ostento. Na verdade, quando pego no pé, como costumam dizer meus irmãos, minha maior intenção é orientá-los para que tenham melhores atitudes, sejam mais maduros, responsáveis e cordiais. Não posso dizer que sempre tive vitórias, mas, deixei meu pensamento, e alguns me seguiram o exemplo, outros, porém, agiram a seu próprio modo, muitas vezes quebrando a cara, recomeçando, mas, aprendi que é preciso respeitar o livre arbítrio de cada um, pois, é uma das mais preciosas faculdades que Deus nos concede. E quanto a ser chata, até que gosto que pensem assim, pois, no fundo todos me têm um tremendo respeito. Chata sim, rabugenta não, rsrsrs.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

O BOLERO DE ISABEL


Imagem da Net


É um nó dado por São Pedro
E arrochado por São Cosme e Damião
É uma paixão, é tentação, é um repente
Igual ao quente do miolo do vulcão

Quer ver o bom, é o aguado quando leva açúcar
É ter a cuca açucarada num beijo roubado
É o pecado confessado com padre Sereno
Levar sereno num terreiro bem enluarado
É o pinicado do chuvisco no chão pinicando
Ficar bestando c'um inverno bem arrelampado
É o recado da cabocla um beijo mandando
Tá namorando a cabocla do recado.

Quer ver desejo, é o desejo tando desejando
A lua olhando esse amor na brecha do telhado
É o rodeado do peru peruando a perua
É a canarinha, é galeguinha cantando o canário
Zé do Rosário bolerando com Dona Isabel
Dona Isabel bolerando com Zé do Rosário
Imaginário de paixão voraz e proibida
Escapulida, proibida pro imaginário


Quer ver cenário é o vermelho da auroridade
É a claridade amarelada do amanhecer
É ver nascer um aguaceiro pelo rio abaixo
É ver um cacho de banana amadurecer
Anoitecer vendo o gelo do branco da lua
E a pele nua com a lua a resplandecer
É ver nascer um desejo com a invernia
E a harmonia que o inverno fez nascer
Jessier Quirino


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Jessier Quirino é paraibano de Campina Grande, arquiteto por profissão, poeta por vocação, vive atualmente em Itabaiana. É o autor dos livros "Paisagem de Interior", "A Miudinha", "O Chapéu Mau e O Lobinho Vermelho" "Agruras da Lata D'Água", "Prosa Morena - acompanha um CD com gravações de alguns poemas", "Política de Pé de Muro" e "A Folha de Boldo - Notícias de Cachaceiros", além de cordéis, causos, musicas e outros escritos. O crítico do Jornal do Commércio - Recife fez o seguinte comentário:

"A poesia matuta já é um estilo consagrado da literatura brasileira. Nomes como Patativa do Assaré, Catulo da Paixão Cearense e Zé da Luz são conhecidos em todo o país como os principais representantes do gênero. Um pouco menos famoso que os três, mas podendo ser considerado tão importante quanto, é Jessier Quirino, poeta paraibano que vem se destacando por seu estilo humorístico."

O poema acima consta do livro "Prosa Morena", Editora Bagaço - Recife, 2001.


Jessier Quirino

sexta-feira, 23 de abril de 2010

SE EU MORRER ANTES DE VOCÊ ...


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Via Láctea


Se eu morrer antes de você, faça-me um favor:

Chore o quanto quiser, mas não brigue com Deus por Ele haver me levado.
Se não quiser chorar, não chore.
Se não conseguir chorar, não se preocupe.
Se tiver vontade de rir, ria.

Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito,esqueça e acrescente sua versão.

Se me elogiarem demais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais, defenda-me.

Se me quiserem fazer um santo, só porque morri, mostre que eu tinha um pouco de santo, mas estava longe de ser o santo que me pintam.

Se me quiserem fazer um demônio, mostre que eu talvez tivesse um pouco de demônio, mas que a vida inteira eu tentei ser bom e amigo.
Espero estar com Ele o suficiente para continuar sendo útil a você, lá onde estiver.

E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase:
"Foi meu amigo, acreditou em mim e me quis mais perto de Deus!"
Aí, então derrame uma lágrima.

Eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal.
Outros amigos farão isso no meu lugar.
E, vendo-me bem substituído, irei cuidar de minha nova tarefa no céu.
Mas, de vez em quando, dê uma espiadinha na direção de Deus.

Você não me verá, mas eu ficaria muito feliz vendo você olhar para Ele.

E, quando chegar a sua vez de ir para o Pai, aí, sem nenhum véu a separar a gente, vamos viver, em Deus, a amizade que aqui nos preparou para Ele.

Você acredita nessas coisas?

Então ore para que nós vivamos como quem sabe que vai morrer um dia,
e que morramos como quem soube viver direito.
Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente,
e se inaugura aqui mesmo o seu começo.

Mas, se eu morrer antes de você, acho que não vou estranhar o céu...

Ser seu amigo... já é um pedaço dele.

Psicografia de Chico Xavier (Espírito Emmanuel)

quinta-feira, 22 de abril de 2010

ESPETÁCULO DA NATUREZA


Praia do Jacaré - João Pessoa/PB


A cidade de João Pessoa, capital do estado da Paraíba, nosso vizinho, é encantadora. É um daqueles lugares que você sempre quer voltar, agradável e acolhedor. As belezas naturais são fantásticas, e há muitos pontos turísticos a serem visitados. Ganhou o título de 2ª cidade mais verde do mundo, na ECO-92 (conferência da ONU), e é também conhecida como “Porta do Sol”, pois, em ponta de seixas, localiza-se o ponto mais oriental das Américas. Mas, destaco um dos pontos turísticos mais belos de João Pessoa, a praia do jacaré. Nessa praia, todos os dias, por volta das 17 horas, acontece um espetáculo mágico: o pôr do sol. Centenas de pessoas extasiam-se com o show de luzes e sombras, enquanto artistas da terra entoam o clássico O bolero, de Ravel, em seus saxofone e violino. É maravilhoso e emocionante ver o crepúsculo, o sol brilhante, com seus raios dourados, desaparecendo lentamente por entre as sombras da noite. É pura poesia! Para aqueles que desejarem conhecer o Nordeste, recomendo, não deixem de visitar João Pessoa, pois, é uma das nossas pérolas. Magnífico!















Maravilha!