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Acho bárbaro o dom da oratória. Sou capaz de ficar horas e horas ouvindo um bom orador, sem piscar o olho, e já tive o privilégio de ouvir muita gente boa. Há alguns anos atrás fiz um curso de oratória, que considerei excelente. A instrutora do curso nos disse, naquela ocasião, que o segundo maior medo do ser humano é falar em público, o primeiro, é morrer. O curso, nas primeiras horas, foi uma tortura. Éramos uma turma de aproximadamente trinta pessoas, todos colegas de trabalho. A instrutora aplicou várias técnicas, essenciais para que vencêssemos a timidez, e aprendêssemos a nos portar diante do público. Fizemos alguns exercícios corporais e faciais, que ajudam relaxar e garantir boa postura. Aplicou testes de agilidade e memória, nos entrevistou, e cada etapa do curso ia sendo gravada. No início estávamos todos travados, desengonçados, e alguns quase chegaram a desmaiar. Ao longo do curso aprendemos como deve ser nossa postura diante do público, seja em auditórios ou meios de comunicação, de que maneira devemos utilizar os equipamentos para as apresentações, como preparar material condizente com a proposta do evento, como escolher a roupa adequada, o cuidado com os gestos, mas, acima de tudo, como preparar um bom discurso, evitando-se vícios de linguagem, prezando pela clareza, objetividade, coesão, coerência e domínio de assunto. O bom orador deve apresentar boa dicção, deve pincelar seus discursos com humor, e não permitir que nada chame mais a atenção do público do que o discurso. No final foi fantástico, já estávamos nos sentindo à vontade, falávamos normalmente, gesticulávamos de forma correta, percorríamos o palco “quase” com elegância, e nos mostrávamos seguros com os nossos discursos. A instrutora nos orientou que para não perdermos a prática de falar em público, era preciso que nos expuséssemos o máximo possível. Não deveríamos perder nenhuma oportunidade sequer, de falar, fazer comentários, expressar opinião, fazer perguntas, enfim... Lembro-me que no término do curso, a instrutora fez comparações das gravações do início e do fim, e víamos perfeitamente a evolução que havíamos alcançado. Este curso agregou valores ao meu trabalho. Não sou nenhuma oradora, mas, o curso me permitiu exercer melhor minhas atividades profissionais e pessoais. A timidez sempre vem à tona, às vezes travo, mas, os benefícios, com certeza, são incontestáveis. Vale a pena.

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Ele já tinha todas as rugas do tempo
Quando o encontrei pela primeira vez.
Queixava-se de que, tinha muito a fazer.
Perguntei-lhe
Como era possível, que em sua solidão, tivesse tanto trabalho...
Tenho que domar dois falcões,
Treinar duas águias,
Manter quietos dois coelhos,
Vigiar uma serpente,
Carregar um asno,
E dominar um leão! – disse ele.
Não vejo nenhum animal perto do local onde vives. Onde estão?
Ele então explicou:
Estes animais, todos os homens têm!
Os dois falcões se lançam sobre tudo o que aparece, seja bom ou mau. Tenho que domá-los para que se fixem sobre uma boa presa. São meus olhos!
As duas águias, ferem e destroçam com suas garras. Tenho que treiná-las, para que sejam úteis e ajudem sem ferir. São as minhas mãos!
Os dois coelhos, querem ir aonde lhes agrada, fugindo dos demais e esquivando-se das dificuldades... Tenho que ensinar-lhes a ficarem quietos, mesmo que seja penoso, problemático ou desagradável. São meus pés!
O mais difícil é vigiar a serpente. Apesar de estar presa numa jaula de 32 barras, mal se abre a jaula, está sempre pronta para morder e envenenar os que a rodeiam. Se não a vigio de perto, causa danos. É a minha língua!
O burro é muito obstinado, não quer cumprir com suas obrigações. Alega estar cansado e se recusa a transportar a carga de cada dia. É meu corpo!
Finalmente, preciso dominar o leão...
Ele sempre quer ser o rei,
O mais importante.
É vaidoso e orgulhoso.
É o meu coração!
Autor desconhecido.

Ceiça

Um bolinho, pra comemorar
Você, minha irmã, minha amiga, companheira... de todas as horas, alegres e tristes, certas e incertas...
Assim como nos menores frascos encontram-se os melhores perfumes, eu digo que, nas pessoas naturalmente simples se encontram as grandes almas, as maiores virtudes, e você é um exemplo disso.
Você é essencialmente corajosa e dinâmica e sua vida é sinônimo de desprendimento, doação e presteza.
Não cobra nada da vida, e vive cada dia como se não existisse o amanhã. É feliz na sua simplicidade.
É perspicaz, divertida e observadora.
Nunca fala de si, dos seus sonhos, anseios, medos, planos... a sua alma é impenetrável, mas, transbordante de auto estima, segurança e confiança.
Alegra-se e realiza-se com as conquistas dos que ama, como se fossem suas próprias conquistas.
Nos momentos especiais da vida estivemos juntas, assim como no cotidiano, dividindo problemas, somando experiências, subtraindo tristezas e multiplicando alegrias.
A vida sem você não seria a mesma. Com quem compartilhar minhas idéias? Com quem trocar opiniões? Com quem discorrer sobre a vida, a família, a novela, os livros que lemos? Com quem vivenciar tantas coisas aparentemente banais, corriqueiras, mas de valor inestimável?
Mana, amiga, que as bênçãos de Deus sejam abundantes na sua vida, assim como foram abundantes os seus gestos de amor para com a minha família. Agradeço-lhe por sua dedicação, e peço-lhe perdão se em algum momento não correspondi a sua bondade.
Feliz aniversário!
Eu amo você!

Neste dia especial, receba flores, com carinho.
Se todos fossem iguais a você
Vai tua vida
Teu caminho é de paz e amor
A tua vida
É uma linda canção de amor
Abre os teus braços e canta
A última esperança
A esperança divina
De amar em paz
Se todos fossem
Iguais a você
Que maravilha viver
Uma canção pelo ar
Uma mulher a cantar
Uma cidade a cantar, a sorrir, a cantar, a pedir
A beleza de amar
Como o sol, como a flor, como a luz
Amar sem mentir, nem sofrer
Existiria a verdade
Verdade que ninguém vê
Se todos fossem no mundo iguais a você.
(Tom Jobim/Vinícius de Morais)

Um brinde à sua vida!
Parabéns!
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Aconteça o que acontecer na sua vida, não perca a sua paz interior, ela é a força que você precisa para manter-se em equilíbrio mesmo durante as piores tempestades.
Nessa época de pessoas atormentadas por pesadelos, por frustrações e sonhos desfeitos, manter a paz é fundamental para não cair nas armadilhas da depressão.
A carga de informação que você recebe durante o seu dia, a pressão do trabalho, dos estudos e dos relacionamentos, acaba deixando seus nervos em pedacinhos.
Se você não estiver com o pensamento voltado para o seu bem estar, você não consegue manter o equilíbrio e ai, o seu fígado começa a sofrer as primeiras conseqüências, daí para as doenças do estômago como a gastrite, a úlcera e outros nomes não muito recomendáveis, é um passo.
É preciso que você coloque filtros em sua vida, e ao receber as notícias, sejam elas quais forem, analisar e rapidamente descartar o que não for realmente importante para sua caminhada.
Manter-se em paz é um exercício diário, porque muitos obstáculos estarão presentes no seu dia a dia, a começar pelo seu lar, onde sob o mesmo teto reúnem-se pessoas que não compartilham as mesmas idéias que você.
No trabalho outros problemas nos aguardam. Manter o emprego esta cada vez mais difícil, devido a enorme competição imposta pelas empresas entre os funcionários, tornando o clima às vezes "infernal e insuportável".
Para complicar tem o seu relacionamento que anda às vezes tão complicado por coisas tão bobas, que você fica pensando, será que vale a pena?
E quando você está a sós, fica imaginando que não nasceu para amar e ser amado, que os anjos te esqueceram e outras besteiras que a solidão causa.
Tudo isso e mais aqueles amigos que acreditam que você é poderoso e usam seu ombro como se fosse um grande muro das lamentações e deixam você mais carregado de energias nada boas.
Cuide-se enquanto é tempo. Para que sua paz continue, use estas regrinhas básicas:
- Use o bom senso ao ler as notícias.
- Pare de ir no embalo dos alarmistas de plantão.
- Ao entrar no local de trabalho, faça uma prece em silêncio e cumprimente a todos com alegria.
- Respeite-se, se não estiver com vontade de falar com ninguém, retire-se e pare de fingir que está tudo bem.
- Peça ajuda. Para ajudar alguém precisamos estar muito bem. Se você não estiver bem, esqueça, você vai prejudicar a você e a quem pediu ajuda. A paz é uma conquista daqueles que se amam.
- Ame-se pelo amor de você mesmo! Ninguém tem o direito de invadir a sua paz e se o estão fazendo é porque você está permitindo.
- Reveja seus atos. Para manter a sua paz vale tudo: banhos relaxantes, orações, terapias, e muito amor. A paz é um exercício diário.
- Sorria mais, relaxe, busque um cantinho dentro de você para ser feliz. Você é responsável pelo seu bem estar. Estando feliz, o outro seguirá o seu exemplo.
- Acredite em você.
- Valorize-se. Você merece muito mais do que tem hoje, e vai conquistar se mantiver seu pensamento voltado para suas conquistas, sonhos e desejos.
Só existem dois dias no ano em que nada pode ser feito. Um se chama ontem e outro amanhã. Portanto, hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer, e principalmente viver.
Autor desconhecido.

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O pai leva o filho para a floresta durante o final da tarde, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho.
O filho se senta sozinho no topo de uma montanha durante toda a noite e não pode remover a venda até os raios do sol brilharem no dia seguinte.
Ele não pode gritar por socorro para ninguém.
Se ele passar a noite toda lá, será considerado um homem.
Ele não pode contar a experiência aos outros meninos porque cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo, enfrentando o medo do desconhecido.
O menino está naturalmente amedrontado.
Ele pode ouvir toda espécie de barulho.
Os animais selvagens podem, naturalmente, estar ao redor dele.
Talvez alguns humanos possam feri-lo.
Os insetos e cobras podem vir picá-lo.
Ele pode estar com frio, fome e sede.
O vento sopra a grama e a terra sacode os tocos, mas ele não remove a venda.
Segundo os Cherokees, este é o único modo dele se tornar um homem.
Finalmente.....
Após a noite horrível, o sol aparece e a venda é removida.
Ele então descobre seu pai sentado na montanha perto dele.
Ele estava a noite inteira protegendo seu filho do perigo.
Nós também nunca estamos sozinhos!
Mesmo quando não percebemos, Deus está olhando para nós, 'sentado ao nosso lado'.
Quando os problemas vêm, tudo que temos a fazer é confiar que ELE está nos protegendo.
Moral da história:
Apenas porque não vemos Deus, não significa que Ele não esteja conosco.
Nós precisamos caminhar pela nossa fé, não com a nossa visão material.
Se você gostou desta história, repasse-a.
E evite tirar a sua venda antes do amanhecer...
Obs: Autor desconhecido.

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A professora *Duda, uma jovem educada e gentil, prestou concurso público para o cargo de professora em Caruaru, e foi aprovada. Alguns meses depois foi nomeada, e designada para exercer suas atividades em um bairro muito pobre e muito violento. A princípio ficou assustada e pensou até em desistir, mas, por necessidade, resolveu encarar. Até então, Duda havia trabalhado com educação infantil, apenas na rede particular de ensino. Seria uma experiência diferente, pensou (e como foi). Quando começou o ano letivo, e Duda começou lecionar na escola pública, percebeu de cara que a nova realidade era bem diferente de tudo que conhecia, devido as condições precárias da escola, do bairro e daquela gente tão sofrida. Algumas crianças eram educadas e aplicadas, outras, mau comportadas, e ainda outras, verdadeiros capetas em forma de gente. Duda comentou que era comum as crianças, na escola, apontarem outras, como filhos de bandidos reconhecidamente perigosos da área, e demonstrarem até certo respeito por elas. Certa feita, o *Bio, aluno de Duda, um dos capetas de carteirinha, extrapolou sua cota de indisciplina e mau comportamento, e Duda enviou um comunicado para os seus pais. Na verdade, nem esperava que atendessem, pois, normalmente, os pais daquelas crianças não atendiam os chamados da escola. No dia seguinte, quando Duda já iniciara sua aula, a mãe de Bio apareceu na escola, e adentrou a sala de aula, sem sequer cumprimentar a professora. Dirigiu-se a carteira de Bio, seu filho, e o arrastou pelos cabelos, e começou a bater-lhe impiedosamente. Enquanto a mãe enfurecida batia, resmungava que aquilo era pra ele aprender a nunca mais desobedecer a professora. Duda ficou entre apavorada e horrorizada, vendo aquela cena grotesca se desenrolar à sua frente. Correu em socorro de Bio, tentando conversar com aquela mãe descontrolada. A cena chamou a atenção de toda escola, e as crianças se aglomeravam na porta da sala, umas assustadas e outras divertidas com a situação. Resultado: Bio, envergonhado, deixou de freqüentar a escola, e Duda, indignada, sentiu-se com a consciência pesada por ter enviado aquele comunicado. E eu, chocada com essa história, fiquei a pensar: O que levaria uma mãe a agir dessa maneira com seu filho? Será que o mal comportamento de Bio não seria reflexo dessa violência? E a professora Duda, errou em cumprir seu dever? Não seria a mãe de Bio também uma vítima da miséria e da violência? E o amor maternal? E vocês, o que acham?
* Nomes fictícios.

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VALOR ECONÔMICO
20/05/2010
Legislação
Condenado por sonegação
O juiz Ali Mazloum, da 7ª Vara Federal Criminal em São Paulo, condenou um empresário do Estado a pagar R$ 3,78 milhões ao governo federal, além de multa e reclusão de quatro anos e oito meses - regime semi-aberto -, por omitir informações em duas declarações do Imposto de renda (1998 e 1999) e sonegar quase R$ 7 milhões. Os R$ 3,78 milhões serão destinados ao ensino fundamental, a título de reparação dos danos causados à coletividade. De acordo com a denúncia, o empresário teve, entre 1998 e 1999, significativo acréscimo patrimonial injustificado, sem origem comprovada, realizando vultosas movimentações bancárias. Para calcular o valor a ser pago a título de reparação, o juiz utilizou como base os dados atuais do Ministério da Educação, que informa ser de R$ 900,00 o custo médio por aluno/ano. Esse valor foi multiplicado pelo número de crianças prejudicadas (4.200) pela conduta do acusado à época. "É necessário alertar a sociedade dos malefícios causados pelo sonegador. Precisamos criar o sentimento de que cada um tem uma enorme responsabilidade social e deve, portanto, contribuir para a melhoria da qualidade de vida de todos. É preciso que a sociedade reprove a conduta do sonegador e que ele, sonegador de impostos, sinta essa reprovação social", diz o juiz.
A Justiça cumpriu o seu papel: o de defender a sociedade contra abusos. Em virtude dos descasos, da banalização do crime, da impunidade exacerbada, nos tornamos cada dia mais céticos, porém, quando a Justiça impera, nos alegramos e nos enchemos de esperanças. Sentença deveras justa, a do meritíssimo juiz Ali Mazloum.
Socorro Melo
Quem já passou por essa vida e não viveu
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu
Porque a vida só se dá pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu
Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não
Não há mal pior do que a descrença
Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão
Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair
Pra que somar se a gente pode dividir
Eu francamente já não quero nem saber
De quem não vai porque tem medo de sofrer
Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão
Quem nunca curtiu uma paixão, nunca vai ter nada, não.
Vinícius de Moraes

Eu fiquei assustadíssima quando, em 2002, ocorreram freqüentes tremores de terra em Caruaru. Aliás, eu entrei em pânico, e até pedi remoção do trabalho e fui morar em Campina Grande, na Paraíba. Em virtude dessa situação, procurei ajuda médica, e o profissional me receitou RIVOTRIL (um sossega leão) pra me acalmar, porém, ele me deixava dopada e não resolvia o meu medo dos tremores. Pois bem, neste mesmo período, houve uma convocação para que eu participasse de um evento de trabalho em Recife. Fui convidada por uma amiga a me hospedar na casa dela e aceitei. A família me recebeu muito bem, fiquei à vontade. Na primeira noite, minha amiga saiu para uma reunião, com a família, e eu fiquei com uma tia. Após o jantar, certo tempo depois (ainda cedo), tomei meu rivotril e deitei-me um pouco pra descansar, não pra dormir, pois, iria aguardar minha amiga. APAGUEI, literalmente. Dormi como uma pedra, e sonhei. Sonhei que tomava banho de mar... imaginem... e pela manhã, quando acordei, senti que o sonho tinha sido mais real do que eu gostaria que tivesse sido, pois, eu estava molhada da cabeça aos pés (do banho de mar, rsrs). Entrei em desespero. Que situação vexatória! Como encarar minha amiga? Porém, quando finalmente ela foi informada do ocorrido, foi de uma grandeza fenomenal, não tenho nem palavras pra descrever como a admirei naquela hora, pela postura e pela forma nobre como me tranqüilizou. Solange, amiga, lembra dessa? rsrsrs.