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Todos somos diferentes. Nenhum ser humano é igual. E talvez a beleza da vida consista mesmo na diversidade. Cada pessoa pensa diferente, escreve diferente, tem comportamento diferente, preferência diferente, enfim...
A troca de experiências, com pessoas diferentes, nos enriquecem, certamente.
Diz-se que, o convívio com as diferenças, são primordiais para a evolução espiritual, o aprendizado, mas, às vezes, eu acho controverso esse entendimento, pois, existem diferenças e “diferenças”.
Quando esse convívio acontece com pessoas civilizadas, imperam o respeito, a liberdade de expressão, o diálogo, as concessões, renúncias, então há uma oportunidade de crescimento, de agregação de valores, mas, quando somos obrigados a conviver com pessoas brutas, orgulhosas,egoístas, mimadas, oportunistas, interesseiras, arrogantes, e dissimuladas, com valores completamente opostos aos nossos, a vivência passa a ser conflitante e desesperadora. O máximo que conseguimos ser, é tolerantes.
Para se conviver com este tipo de diferença, é preciso muito amor. Normalmente são pessoas grosseiras, indelicadas, inoportunas, que não sabem ouvir, dialogar, não fazem concessões, não respeitam, são inconseqüentes, e só enxergam no outro, aquilo que lhes interessa. Não têm noção do que significa interagir.
Mesmo quando amamos, somos limitados, e penso que ao invés de evoluirmos, a convivência com pessoas assim, pode até nos prejudicar, pois, não é saudável, nem agradável, e nos conduz a emoções às vezes indesejáveis, como a raiva, a decepção, a frustração, e tantos outros sentimentos negativos.
Penso que eu ainda não evoluí o bastante para vivenciar uma experiência dessa, e aprimorar minhas virtudes, principalmente a da paciência. Arre!!!

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O texto é fictício, mas os fatos são muito reais !
A carta a seguir - tão somente adaptada por Barbosa Melo - foi escrita por Luciano Pizzatto que é engenheiro florestal, especialista em direito sócio ambiental e empresário, diretor de Parques Nacionais e Reservas do IBDF/IBAMA 88/89, deputado desde 1989, detentor do 1º Prêmio Nacional de Ecologia.
Prezado Luis, quanto tempo.
Eu sou o Zé, teu colega de ginásio noturno, que chegava atrasado, porque o transporte escolar do sítio sempre atrasava, lembra né? O Zé do sapato sujo? Tinha professor e colega que nunca entenderam que eu tinha de andar a pé mais de meia légua para pegar o caminhão, por isso o sapato sujava.
Se não lembrou ainda eu te ajudo. Lembra do Zé Cochilo... hehehe, era eu. Quando eu descia do caminhão de volta pra casa, já era onze e meia da noite, e com a caminhada até em casa, quando eu ia dormi já era mais de meia-noite. De madrugada o pai precisava de ajuda pra tirar leite das vacas. Por isso eu só vivia com sono. Do Zé Cochilo você lembra né Luis?
Pois é. Estou pensando em mudar para viver aí na cidade que nem vocês. Não que seja ruim o sítio, aqui é bom. Muito mato, passarinho, ar puro... Só que acho que estou estragando muito a tua vida e a de teus amigos aí da cidade. Tô vendo todo mundo falar que nós da agricultura familiar estamos destruindo o meio ambiente.
Veja só. O sítio de meu pai, que agora é meu (não te contei, ele morreu e tive que parar de estudar) fica só a uma hora de distância da cidade. Todos os matutos daqui já têm luz em casa, mas eu continuo sem ter porque não se pode fincar os postes por dentro, uma tal de APPA que criaram aqui na vizinhança.
Minha água é de um poço que meu avô cavou há muitos anos, uma maravilha, mas um homem do governo veio aqui e falou que tenho que fazer uma outorga da água e pagar uma taxa de uso, porque a água vai se acabar. Se ele falou deve ser verdade, né Luis?
Pra ajudar com as vacas de leite (o pai se foi, né ...) contratei Juca, filho de um vizinho muito pobre aqui do lado. Carteira assinada, salário mínimo, tudo direitinho como o contador mandou. Ele morava aqui com nós num quarto dos fundos de casa. Comia com a gente, que nem da família. Mas vieram umas pessoas aqui, do sindicato e da Delegacia do Trabalho, elas falaram que se o Juca fosse tirar leite das vacas às 5 horas tinha que receber hora extra noturna, e que não podia trabalhar nem sábado nem domingo, mas as vacas daqui não sabem os dias da semana, aí não param de fazer leite. Ô, bichos aí da cidade sabem se guiar pelo calendário?
Essas pessoas ainda foram ver o quarto de Juca, e disseram que o beliche tava 2 cm menor do que devia. Nossa! Eu não sei como encumpridar uma cama, só comprando outra né Luis? O candeeiro eles disseram que não podia acender no quarto, que tem que ser luz elétrica, que eu tenho que ter um gerador pra ter luz boa no quarto do Juca.
Disseram ainda que a comida que a gente fazia e comia juntos tinha que fazer parte do salário dele. Bom Luis, tive que pedir ao Juca pra voltar pra casa, desempregado, mas muito bem protegido pelos sindicatos, pelo fiscais e pelas leis. Mas eu acho que não deu muito certo. Semana passada me disseram que ele foi preso na cidade porque botou um chocolate no bolso no supermercado. Levaram ele pra delegacia, bateram nele e não apareceu nem sindicato nem fiscal do trabalho para acudi-lo.
Depois que o Juca saiu, eu e Marina (lembra dela, né? casei) tiramos o leite às 5 e meia, aí eu levo o leite de carroça até a beira da estrada onde o carro da cooperativa pega todo dia, isso se não chover. Se chover, perco o leite e dou aos porcos, ou melhor, eu dava, hoje eu jogo fora.
Os porcos eu não tenho mais, pois veio outro homem e disse que a distância do chiqueiro para o riacho não podia ser só 20 metros. Disse que eu tinha que derrubar tudo e só fazer chiqueiro depois dos 30 metros de distância do rio, e ainda tinha que fazer umas coisas pra proteger o rio, um tal de digestor. Achei que ele tava certo e disse que ia fazer, mas só que eu sozinho ia demorar uns trinta dia pra fazer, mesmo assim ele ainda me multou, e pra poder pagar eu tive que vender os porcos, as madeiras e as telhas do chiqueiro, fiquei só com as vacas. O promotor disse que desta vez, por esse crime, ele não ia mandar me prender, mas me obrigou a dar 6 cestas básicas pro orfanato da cidade. Ô Luis, aí quando vocês sujam o rio também pagam multa grande, né?
Agora pela água do meu poço eu até posso pagar, mas tô preocupado com a água do rio. Aqui agora o rio todo deve ser como o rio da capital, todo protegido, com mata ciliar dos dois lados. As vacas agora não podem chegar no rio pra não sujar, nem fazer erosão. Tudo vai ficar limpinho como os rios aí da cidade. A pocilga já acabou, as vacas não podem chegar perto. Só que alguma coisa tá errada, quando vou na capital nem vejo mata ciliar, nem rio limpo. Só vejo água fedida e lixo boiando pra todo lado.
Mas não é o povo da cidade que suja o rio, né Luis? Quem será? Aqui no mato agora quem sujar tem multa grande, e dá até prisão. Cortar árvore então, Nossa Senhora!. Tinha uma árvore grande ao lado de casa que murchou e tava morrendo, então resolvi derrubar para aproveitar a madeira antes dela cair por cima da casa.
Fui no escritório daqui pedir autorização, como não tinha ninguém, fui no Ibama da capital, preenchi uns papéis e voltei para esperar o fiscal vim fazer um laudo, para ver se depois podia autorizar. Passaram 8 meses e ninguém apareceu pra fazer o tal laudo, aí eu vi que o pau ia cair em cima da casa e derrubei. Pronto! No outro dia chegou o fiscal e me multou. Já recebi uma intimação do
Promotor porque virei criminoso reincidente. Primeiro foi os porcos, e agora foi o pau. Acho que desta vez vou ficar preso.
Tô preocupado Luis, pois no rádio deu que a nova lei vai dá multa de 500 a 20 mil reais por hectare e por dia. Calculei que se eu for multado eu perco o sítio numa semana. Então é melhor vender, e ir morar onde todo mundo cuida da ecologia. Vou para a cidade, aí tem luz, carro, comida, rio limpo. Olha, não quero fazer nada errado, só falei dessas coisas porque tenho certeza que a lei é pra todos.
Eu vou morar aí com vocês, Luis. Mais fique tranqüilo, vou usar o dinheiro da venda do sítio primeiro pra comprar essa tal de geladeira. Aqui no sitio eu tenho que pegar tudo na roça. Primeiro a gente planta, cultiva, limpa e só depois colhe pra levar pra casa. Aí é bom, vocês e só abrir a geladeira que tem tudo. Nem dá trabalho, nem planta, nem cuida de galinha, nem porco, nem vaca, é só abrí a geladeira que a comida tá lá, prontinha, fresquinha, sem precisá de nós, os criminosos aqui da roça.
Até mais Luis.
Ah, desculpe Luis, não pude mandar a carta com papel reciclado pois não existe por aqui, mas me aguarde até eu vender o sítio.
(Todos os fatos e situações de multas e exigências são baseados em dados verdadeiros. A sátira não visa atenuar responsabilidades, mas alertar o quanto o tratamento ambiental é desigual e discricionário entre o meio rural e o meio urbano.)

Cillene, Ceiça e Eu

Assis e Eu

Eu, Ceiça e Ewerton


É hooooooooooooooooje!!!
A estréia da seleção brasileira na Copa do Mundo da África do Sul.
A nossa cidade amanheceu predominantemente verde e amarela, para saudar o Brasil.
Quanta expectativa!
Quanta ansiedade!
Quanta emoção!
Na alma desse povo tão apaixonado por futebol!
Até mesmo eu, que não sou ligada (em futebol), em época de copa do mundo, vibro e torço pelo meu país, com muita emoção.
São 190 milhões em ação,
Pra frente Brasil!
Salve a seleção!
Fotografias: Ewerton Felipe
P.S.
A nossa seleção foi desclassificada, nas Quartas de Finais, em 02 de julho, pela seleção Holandesa, pelo placar de 2 x 1.
Snif... Snif...

Ao nosso casamento!
Como descrever o casamento? Um turbilhão de emoções. É uma junção de sonhos, de planos, uma euforia por poder compartilhar a vida com a pessoa amada, uma agonia quando chegam as tristezas, as decepções, os desapontamentos, um verdadeiro processo de adaptação e aprendizado, mas, acima de tudo, uma busca constante e esperançosa de harmonia, uma vivência de paciência e perdão. Pelos meus 22 anos de casamento, completados em 11 de junho, regados a lágrimas e risos, tristezas e alegrias, separação e reconciliação, levanto um brinde à vida, que me deu a oportunidade de viver um grande amor.
“ O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” I Cor. 13,7.
AO AMOR ANTIGO
O amor antigo vive de si mesmo,
não de cultivo alheio ou de presença.
Nada exige nem pede. Nada espera,
mas do destino vão nega a sentença.
O amor antigo tem raízes fundas,
feitas de sofrimento e de beleza.
Por aquelas mergulha no infinito,
e por estas suplanta a natureza.
Se em toda parte o tempo desmorona
aquilo que foi grande e deslumbrante,
a antigo amor, porém, nunca fenece
e a cada dia surge mais amante.
Mais ardente, mas pobre de esperança.
Mais triste? Não. Ele venceu a dor,
e resplandece no seu canto obscuro,
tanto mais velho quanto mais amor.
(Carlos Drummond de Andrade)

Assis e Eu
Fotografia: Rosângela Araujo
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Quem nunca foi já ouviu falar
Se você for vai gostar
Quem já foi volta sempre lá
Pra dançar forró no arraial
Trinta dias antes do São João
As ruas já estão enfeitadas
Já tem milho verde na feira
A terra é de brejo é molhada
O velho carrega o bacamarte
O menino conserta a ronqueira
A moça faz um vestido novo
A velha atiça a fogueira
A radio de lá sai pela rua
Não deixa o baião um minuto só
É por isso que Caruaru, é a capital do forró
É a capital do forró, é a capital do forró
É por isso que Caruaru, é a capital do forró
É a capital do forró, é a capital do forró
É por isso que Caruaru, é a capital do forró
Bonito pra você ver é na noite de São João
Quem vem pra Caruaru, de longe vê o balão
O céu fica colorido, de tantos foguetes e balões
Se você quiser dançar forró
Lá tem pra mais de vinte palhoções
A dança termina de manhã
Bigode dá nó em cocó
É por isso que Caruaru, é a capital do forró
É a capital do forró, é a capital do forró
É por isso que Caruaru, é a capital do forró
É a capital do forró, é a capital do forró
É por isso que Caruaru, é a capital do forró
(Composição de Jorge de Altinho)
Venha conferir, o melhor e maior São João do mundo.

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Acho bárbaro o dom da oratória. Sou capaz de ficar horas e horas ouvindo um bom orador, sem piscar o olho, e já tive o privilégio de ouvir muita gente boa. Há alguns anos atrás fiz um curso de oratória, que considerei excelente. A instrutora do curso nos disse, naquela ocasião, que o segundo maior medo do ser humano é falar em público, o primeiro, é morrer. O curso, nas primeiras horas, foi uma tortura. Éramos uma turma de aproximadamente trinta pessoas, todos colegas de trabalho. A instrutora aplicou várias técnicas, essenciais para que vencêssemos a timidez, e aprendêssemos a nos portar diante do público. Fizemos alguns exercícios corporais e faciais, que ajudam relaxar e garantir boa postura. Aplicou testes de agilidade e memória, nos entrevistou, e cada etapa do curso ia sendo gravada. No início estávamos todos travados, desengonçados, e alguns quase chegaram a desmaiar. Ao longo do curso aprendemos como deve ser nossa postura diante do público, seja em auditórios ou meios de comunicação, de que maneira devemos utilizar os equipamentos para as apresentações, como preparar material condizente com a proposta do evento, como escolher a roupa adequada, o cuidado com os gestos, mas, acima de tudo, como preparar um bom discurso, evitando-se vícios de linguagem, prezando pela clareza, objetividade, coesão, coerência e domínio de assunto. O bom orador deve apresentar boa dicção, deve pincelar seus discursos com humor, e não permitir que nada chame mais a atenção do público do que o discurso. No final foi fantástico, já estávamos nos sentindo à vontade, falávamos normalmente, gesticulávamos de forma correta, percorríamos o palco “quase” com elegância, e nos mostrávamos seguros com os nossos discursos. A instrutora nos orientou que para não perdermos a prática de falar em público, era preciso que nos expuséssemos o máximo possível. Não deveríamos perder nenhuma oportunidade sequer, de falar, fazer comentários, expressar opinião, fazer perguntas, enfim... Lembro-me que no término do curso, a instrutora fez comparações das gravações do início e do fim, e víamos perfeitamente a evolução que havíamos alcançado. Este curso agregou valores ao meu trabalho. Não sou nenhuma oradora, mas, o curso me permitiu exercer melhor minhas atividades profissionais e pessoais. A timidez sempre vem à tona, às vezes travo, mas, os benefícios, com certeza, são incontestáveis. Vale a pena.

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Ele já tinha todas as rugas do tempo
Quando o encontrei pela primeira vez.
Queixava-se de que, tinha muito a fazer.
Perguntei-lhe
Como era possível, que em sua solidão, tivesse tanto trabalho...
Tenho que domar dois falcões,
Treinar duas águias,
Manter quietos dois coelhos,
Vigiar uma serpente,
Carregar um asno,
E dominar um leão! – disse ele.
Não vejo nenhum animal perto do local onde vives. Onde estão?
Ele então explicou:
Estes animais, todos os homens têm!
Os dois falcões se lançam sobre tudo o que aparece, seja bom ou mau. Tenho que domá-los para que se fixem sobre uma boa presa. São meus olhos!
As duas águias, ferem e destroçam com suas garras. Tenho que treiná-las, para que sejam úteis e ajudem sem ferir. São as minhas mãos!
Os dois coelhos, querem ir aonde lhes agrada, fugindo dos demais e esquivando-se das dificuldades... Tenho que ensinar-lhes a ficarem quietos, mesmo que seja penoso, problemático ou desagradável. São meus pés!
O mais difícil é vigiar a serpente. Apesar de estar presa numa jaula de 32 barras, mal se abre a jaula, está sempre pronta para morder e envenenar os que a rodeiam. Se não a vigio de perto, causa danos. É a minha língua!
O burro é muito obstinado, não quer cumprir com suas obrigações. Alega estar cansado e se recusa a transportar a carga de cada dia. É meu corpo!
Finalmente, preciso dominar o leão...
Ele sempre quer ser o rei,
O mais importante.
É vaidoso e orgulhoso.
É o meu coração!
Autor desconhecido.

Ceiça

Um bolinho, pra comemorar
Você, minha irmã, minha amiga, companheira... de todas as horas, alegres e tristes, certas e incertas...
Assim como nos menores frascos encontram-se os melhores perfumes, eu digo que, nas pessoas naturalmente simples se encontram as grandes almas, as maiores virtudes, e você é um exemplo disso.
Você é essencialmente corajosa e dinâmica e sua vida é sinônimo de desprendimento, doação e presteza.
Não cobra nada da vida, e vive cada dia como se não existisse o amanhã. É feliz na sua simplicidade.
É perspicaz, divertida e observadora.
Nunca fala de si, dos seus sonhos, anseios, medos, planos... a sua alma é impenetrável, mas, transbordante de auto estima, segurança e confiança.
Alegra-se e realiza-se com as conquistas dos que ama, como se fossem suas próprias conquistas.
Nos momentos especiais da vida estivemos juntas, assim como no cotidiano, dividindo problemas, somando experiências, subtraindo tristezas e multiplicando alegrias.
A vida sem você não seria a mesma. Com quem compartilhar minhas idéias? Com quem trocar opiniões? Com quem discorrer sobre a vida, a família, a novela, os livros que lemos? Com quem vivenciar tantas coisas aparentemente banais, corriqueiras, mas de valor inestimável?
Mana, amiga, que as bênçãos de Deus sejam abundantes na sua vida, assim como foram abundantes os seus gestos de amor para com a minha família. Agradeço-lhe por sua dedicação, e peço-lhe perdão se em algum momento não correspondi a sua bondade.
Feliz aniversário!
Eu amo você!

Neste dia especial, receba flores, com carinho.
Se todos fossem iguais a você
Vai tua vida
Teu caminho é de paz e amor
A tua vida
É uma linda canção de amor
Abre os teus braços e canta
A última esperança
A esperança divina
De amar em paz
Se todos fossem
Iguais a você
Que maravilha viver
Uma canção pelo ar
Uma mulher a cantar
Uma cidade a cantar, a sorrir, a cantar, a pedir
A beleza de amar
Como o sol, como a flor, como a luz
Amar sem mentir, nem sofrer
Existiria a verdade
Verdade que ninguém vê
Se todos fossem no mundo iguais a você.
(Tom Jobim/Vinícius de Morais)

Um brinde à sua vida!
Parabéns!
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Aconteça o que acontecer na sua vida, não perca a sua paz interior, ela é a força que você precisa para manter-se em equilíbrio mesmo durante as piores tempestades.
Nessa época de pessoas atormentadas por pesadelos, por frustrações e sonhos desfeitos, manter a paz é fundamental para não cair nas armadilhas da depressão.
A carga de informação que você recebe durante o seu dia, a pressão do trabalho, dos estudos e dos relacionamentos, acaba deixando seus nervos em pedacinhos.
Se você não estiver com o pensamento voltado para o seu bem estar, você não consegue manter o equilíbrio e ai, o seu fígado começa a sofrer as primeiras conseqüências, daí para as doenças do estômago como a gastrite, a úlcera e outros nomes não muito recomendáveis, é um passo.
É preciso que você coloque filtros em sua vida, e ao receber as notícias, sejam elas quais forem, analisar e rapidamente descartar o que não for realmente importante para sua caminhada.
Manter-se em paz é um exercício diário, porque muitos obstáculos estarão presentes no seu dia a dia, a começar pelo seu lar, onde sob o mesmo teto reúnem-se pessoas que não compartilham as mesmas idéias que você.
No trabalho outros problemas nos aguardam. Manter o emprego esta cada vez mais difícil, devido a enorme competição imposta pelas empresas entre os funcionários, tornando o clima às vezes "infernal e insuportável".
Para complicar tem o seu relacionamento que anda às vezes tão complicado por coisas tão bobas, que você fica pensando, será que vale a pena?
E quando você está a sós, fica imaginando que não nasceu para amar e ser amado, que os anjos te esqueceram e outras besteiras que a solidão causa.
Tudo isso e mais aqueles amigos que acreditam que você é poderoso e usam seu ombro como se fosse um grande muro das lamentações e deixam você mais carregado de energias nada boas.
Cuide-se enquanto é tempo. Para que sua paz continue, use estas regrinhas básicas:
- Use o bom senso ao ler as notícias.
- Pare de ir no embalo dos alarmistas de plantão.
- Ao entrar no local de trabalho, faça uma prece em silêncio e cumprimente a todos com alegria.
- Respeite-se, se não estiver com vontade de falar com ninguém, retire-se e pare de fingir que está tudo bem.
- Peça ajuda. Para ajudar alguém precisamos estar muito bem. Se você não estiver bem, esqueça, você vai prejudicar a você e a quem pediu ajuda. A paz é uma conquista daqueles que se amam.
- Ame-se pelo amor de você mesmo! Ninguém tem o direito de invadir a sua paz e se o estão fazendo é porque você está permitindo.
- Reveja seus atos. Para manter a sua paz vale tudo: banhos relaxantes, orações, terapias, e muito amor. A paz é um exercício diário.
- Sorria mais, relaxe, busque um cantinho dentro de você para ser feliz. Você é responsável pelo seu bem estar. Estando feliz, o outro seguirá o seu exemplo.
- Acredite em você.
- Valorize-se. Você merece muito mais do que tem hoje, e vai conquistar se mantiver seu pensamento voltado para suas conquistas, sonhos e desejos.
Só existem dois dias no ano em que nada pode ser feito. Um se chama ontem e outro amanhã. Portanto, hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer, e principalmente viver.
Autor desconhecido.

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O pai leva o filho para a floresta durante o final da tarde, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho.
O filho se senta sozinho no topo de uma montanha durante toda a noite e não pode remover a venda até os raios do sol brilharem no dia seguinte.
Ele não pode gritar por socorro para ninguém.
Se ele passar a noite toda lá, será considerado um homem.
Ele não pode contar a experiência aos outros meninos porque cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo, enfrentando o medo do desconhecido.
O menino está naturalmente amedrontado.
Ele pode ouvir toda espécie de barulho.
Os animais selvagens podem, naturalmente, estar ao redor dele.
Talvez alguns humanos possam feri-lo.
Os insetos e cobras podem vir picá-lo.
Ele pode estar com frio, fome e sede.
O vento sopra a grama e a terra sacode os tocos, mas ele não remove a venda.
Segundo os Cherokees, este é o único modo dele se tornar um homem.
Finalmente.....
Após a noite horrível, o sol aparece e a venda é removida.
Ele então descobre seu pai sentado na montanha perto dele.
Ele estava a noite inteira protegendo seu filho do perigo.
Nós também nunca estamos sozinhos!
Mesmo quando não percebemos, Deus está olhando para nós, 'sentado ao nosso lado'.
Quando os problemas vêm, tudo que temos a fazer é confiar que ELE está nos protegendo.
Moral da história:
Apenas porque não vemos Deus, não significa que Ele não esteja conosco.
Nós precisamos caminhar pela nossa fé, não com a nossa visão material.
Se você gostou desta história, repasse-a.
E evite tirar a sua venda antes do amanhecer...
Obs: Autor desconhecido.