Pegadas de Jesus

Pegadas de Jesus

sexta-feira, 30 de julho de 2010

BLOGAGEM COLETIVA: SENTIMENTOS E EMOÇÕES - MEDO


O Grito


Meu maior medo??? Da morte.


Eu sei. Juro que senti. Ela estava lá.
Foram minutos eternos, que sorveram o passado e o futuro.
Não havia cor. As cores sumiram.
Só a branca nefasta, daquele quarto de hospital,
e a cinza da minha alma.

À minha frente, em meio ao vai-e-vem dos jalecos brancos,
um rosto pálido, lábios sem cor, se esvaindo... se contorcendo de dor...
era o meu amor!

Nenhuma palavra,
Apenas sussurros,
Que agonia!

Um farfalhar de jalecos brancos
E ninguém percebia
A dor da minha alma,
Que se abatia.

Então, eu senti...

Aquela presença,
Invisível,
Horrenda...
Ela estava lá
Pairando no ar...

Aproximou-se de mim,
Meu corpo tremeu
E o negro da sua cor
Quase se materializou.

Um hálito nauseante,
Um vento gélido, uivante
Naquele quarto a se espalhar.

Um grito dilacerante,
Quebra o silêncio, ofegante...
Ó Deus, POR FAVOR, isso não!

Um corre-corre de jalecos brancos,
Um vai-e-vem de aparelhos,
Um fio de esperança...

Ai! Como eu queria não estar lá ...
Seria um pesadelo?
Não, não era um pesadelo
Era real.

O corpo tremia,
As mãos suavam,
O coração se apertava.

E eu sentia...
Ela ainda estava lá.

Aquela presença,
Invisível,
Disforme,
Não havia como não notar.

E ela esperava,
Serpente traiçoeira,
Pronta pra arrebatar.

E naquele instante, eterno...
Quando parecia,
Que ela venceria...

Dos olhos ressecados, brotaram lágrimas
E no fim do túnel, brilhou uma luz...
A luz da VIDA!

E ela se foi...

Mas, eu juro, juro que senti...
Ela estava lá!


(Baseado em uma situação real).


Blogagem Coletiva – Sentimentos e Emoções (Medo) , proposta pela Glorinha L de Lion, do
http://cafecomglorinha.blogspot.com/

Imagem da Net.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

SONETO DE FIDELIDADE



De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

Vinícius de Moraes


A harmonia, a sonoridade e a poesia dos versos deste soneto, são para a alma, como a música é para os ouvidos. Socorro Melo

Imagem da Net.

domingo, 25 de julho de 2010

CORAGEM, AMIGA!




Ó minha querida amiga!
Sei da dor, e da angústia
Que tem o seu coração
Das lágrimas derramadas
Da insônia, da aflição
Quisera que o nosso Deus
Concedesse, de uma vez
A cura pro seu irmão.

As súplicas são constantes
O medo, uma obsessão
Mas a fé que nos anima
E dissipa a escuridão
Enche-nos de fortaleza
Para cumprir a missão.

Seja forte,
Tudo passa
Enfrente a luta com raça
Isso é só uma lição
Lição de dor, certamente
Que mexe muito com a gente
Mas, que logo vai passar.

A cura vem a caminho
Deus não nos deixa sozinhos
E nunca nos faltará
Seu amor é luz, é chama
E lhe dirá com certeza
Coragem, eu venci o mundo!
Você também vencerá!



Para minha amiga F.Veras, extensivo a toda sua família, minhas preces e o carinho da minha amizade.

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sexta-feira, 23 de julho de 2010

CONTANDO COM SÃO LONGUINHO




Quem nunca se reportou a São Longuinho, pra encontrar uma coisa perdida? Eu vivo incomodando o Santo! Vez por outra perco alguma coisa, e lá vou eu prometer ao santinho, três pulinhos se encontrar.
Como toda virginiana,gosto de organização. Procuro sempre deixar cada coisa no seu lugar, principalmente objetos pequenos, pessoais, ou de uso comum. Mas, nem mesmo essa característica tão marcante, me isenta de perder alguma coisa, de vez em quando. Na verdade,nem sempre perco, mas, guardo muito bem guardado, e depois não lembro mais onde está, e isso herdei da minha santa mãezinha.
Por vezes são até cômicas essas histórias de perder alguma coisa, guardar muito bem guardado, etc.
Certa feita, procurei meus óculos desesperadamente, e pasmem, eu os estava usando, dá pra acreditar?
Em outro momento, quando fazia compras, joguei a carteira em uma das sacolas, e quando procurei na minha bolsa, pra fazer novo pagamento, não a encontrei, e pensei que havia sido assaltada. Foi um terror. Por uma fração de segundos senti a pior sensação do mundo, mas, ainda bem que a encontrei.
No entanto, a história mais hilária que conheço, desse tipo, é a seguinte:
Uma vizinha tinha três filhos. Um de cinco anos, o Lucas, e os gêmeos Mateus e Matias, de aproximadamente 10 meses. Certo dia, quando os gêmeos dormiam, ela saiu de mansinho, enquanto o Lucas brincava, e foi ao Mercadinho próximo a sua casa. Quando voltou, poucos minutos depois, sentiu a falta de um dos gêmeos. Procurou por toda parte e não o encontrou. Perguntou as outras pessoas que estavam em casa e ninguém sabia de nada. Foi um desespero total. Os amigos e conhecidos se puseram em busca, todos angustiados, sem saber por onde começar, pois, não havia entrado ninguém em casa, não havia vestígios de nada, mas, o bebé não estava lá. Pensou-se até em acionar a polícia.
Depois de muita correria, muitas lágrimas, aflição, resolveram perguntar ao Lucas que, alheio à situação, brincava tranqüilamente:
- Luquinha, você viu quem pegou o nenê?
- Vi sim, mamãe, fui eu.
- Você??? E onde o colocou? O que fez com ele?
- Eu o guardei. Ele estava chorando muito, e eu o guardei.
- Mas, onde?
- Não me lembro.
- A mãe, beirando a um ataque de nervos, falou de mansinho:
- Como não, Luquinha? Pense bem, e fale pra mamãe onde está seu irmãozinho.
- Vou pensar. Pôs a mãozinha no queixo, pensou... pensou... e depois de algum tempo saiu correndo em direção ao quarto do casal, e apontou pro roupeiro... aqui!
Quando a mãe (que já havia implorado a São Longuinho) abriu a porta do roupeiro, lá estava o seu lindo bebezinho, bem guardado, dormindo o sono dos anjos.
A mãe chorou e gritou de alívio e felicidade, e Luquinha, naturalmente, fez um ar de desdém, como se não estivesse entendendo coisa nenhuma. Foi uma alegria geral. Onde já se viu guardar um bebé? Só Luquinha mesmo (Rs...).
E mais uma vez são Longuinho atendeu a uma prece...


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quinta-feira, 22 de julho de 2010

AMOR... RESPEITO... E LIBERDADE!



Aquilo que existe em mim e faz parte de mim...
pode ser transformado...
se eu quiser...
Aquilo que é do outro...
só pode ser transformado por ele...
e será compreendido e aceito por mim...
dentro dos meus limites...
se existir respeito...
Posso falar ao outro como me sinto em relação
ao que ele faz ou diz...
se houver liberdade...
Não posso afirmar:
“Aquilo que o outro fez ou disse me feriu...”
Eu é que me feri com AQUILO que ele fez ou disse...
tenho opções...

Eu sou dono das minhas emoções...
sensações e sentimentos...
Também... das minhas atitudes...
pensamentos e palavras !
maravilha...
Não é coerente dizer que fiz algo para alguém...
só porque alguém fez isso comigo primeiro...
Se eu agisse assim...
eu seria apenas resposta e eco...
sem vida...
É mais valioso optar por agir ao invés de apenas reagir...
É mais sensato perceber que sou dono das minhas ações...
e se faço algo...
sou o responsável por isso...
tenho escolhas...

Reconheço que as rédeas do meu destino estão nas minhas mãos...
e me recuso a segurar as rédeas do destino do outro...
é meu direito...
Busco o AMOR em sua mais bela expressão...
e por isso abro mão de querer ter o controle
sobre a vida do outro...
Amém...
Quero amar com liberdade !
Quero amar com plenitude !
Quero Amar antes de tudo...
porque é bom...
AMAR com RESPEITO e LIBERDADE !

Kali Mascarenhas

segunda-feira, 19 de julho de 2010

EU SOU O CHEFE, E AGORA???


Parte da Equipe do Sopol/Campina Grande (2ª Fila)


Sempre trabalhei na área de Gestão, desde o início da minha vida profissional, porque optei, porque gosto, e porque tenho lá algumas habilidades.
Em 2002 fui convidada para assumir uma função de chefia, e aceitei, mais por consideração, pois, é coisa que não aprecio. Na verdade, fui pega no laço.
Minha antecessora era uma pessoa bastante segura, experiente, influente, reconhecida, e isto, de certo modo, me deixava temerosa, tendo em vista a responsabilidade que estava sendo depositada em minhas mãos.Conversei com ela sobre meus temores, e ela, em outras palavras, me disse mais ou menos assim: cada pessoa tem o seu próprio brilho, ninguém ofusca ninguém, utilize os seus métodos. E foi o que fiz.
Pensei em dar à minha gestão, a minha cara. Lembrei de todos os chefes que eu já tivera na vida, e escolhi como modelo aqueles que me marcaram. Cheguei com humildade, e decidi que trataria gente como gente, e o resto ganharia como acréscimo. Acertei.
Reuni a equipe, conversei com todos, sobre quais as minhas perspectivas e objetivos, me coloquei à disposição de todos, facultei a palavra a cada um, para que pudessem dar opiniões, sugestões, idéias, críticas, e principalmente soluções. E isso passou a ser uma rotina. Conquistei a equipe, que passou a ter confiança em mim, pois, sabiam que podiam contar comigo, que não estaríamos sós. Escolhemos um lema: Um por todos, e todos por um, assim como os Mosqueteiros.
A equipe se comprometeu de tal maneira que, o problema de um, era de todos, e havia sempre disponibilidade e companheirismo.
O trabalho era árduo, pois, fazíamos a logística da Unidade, e logística, é uma área diversificada, imprevisível, dinâmica, estressante, e pouco valorizada, mas nos motivávamos uns aos outros. Aquilo que decidíamos em nossas reuniões, sempre saía do papel, se concretizava, e era muito gratificante pra mim, pois, detesto reuniões infrutíferas, onde o mesmo blá, blá, blá... se repete por sucessivos encontros. Só não fazíamos, aquilo que não estava ao nosso alcance.
Foi uma experiência marcante na minha vida, uma lição de superação, pois, me saí melhor que a encomenda.
É claro que nem tudo foi um mar de rosas, tivemos problemas, dificuldades, e trabalhar com gente é sempre muito delicado. Decerto, não agradamos a gregos e troianos, pois, às vezes, uma decisão nossa vai de encontro aos interesses alheios, mas, me sinto privilegiada, uma vez que sei ter atendido meus objetivos, e principalmente, os objetivos da Instituição. Nossa equipe fez um bom trabalho. A evidência maior desse resultado positivo são meus próprios colegas, hoje amigos, que vivenciaram, por aproximadamente cinco anos, uma gestão de compromisso, responsabilidade, mas, acima de tudo, de harmonia e respeito de uns para com os outros.
O conselho que dei ao meu sucessor, quando, a pedido, me desliguei das atividades nessa função, foi: Conquiste a equipe, cuide bem dela, e você jamais estará sozinho.
Agradeço a todos os meus amigos, daquela equipe maravilhosa, do Sopol de Campina Grande/PB. Valeu, gente! Vocês estarão sempre na minha melhor lembrança.



sexta-feira, 16 de julho de 2010

O MECÂNICO E O MÉDICO

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O Mecânico




Um mecânico está desmontando o cabeçote de uma moto, quando ele vê na oficina um cirurgião cardiologista muito conhecido.
Ele está olhando o mecânico trabalhar.
O mecânico pára e pergunta:
- Ei, doutor, posso lhe fazer uma pergunta?
O cirurgião, um tanto surpreso, concorda e vai até a moto na qual o mecânico está trabalhando.

O mecânico se levanta e começa:

- Doutor, olhe este motor. Eu abro seu coração, tiro válvulas, conserto-as, ponho-as de volta e fecho novamente, e, quando eu termino, ele volta a trabalhar como se fosse novo.

Como é então que eu ganho tão pouco e o senhor tanto, quando nosso trabalho é praticamente o mesmo?

O cirurgião dá um sorriso, se inclina e fala baixinho pro mecânico:

Tente fazer isso com o motor funcionando!


O Médico



Autor desconhecido.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

FELICIDADE




Há uma busca constante e incessante da felicidade. Para muitos, a felicidade significa uma carreira bem sucedida, uma casa boa, um carro novo, roupas caras, status social, enfim, uma série de coisas materiais, que convenhamos, trazem conforto e bem estar. Não sou hipócrita, e sei o quanto os bens materiais são importantes, e o quanto as realizações de determinados projetos, contam para a nossa satisfação pessoal.

No entanto, entendo que felicidade nada tem a ver com isso. Penso que felicidade é um estado de espírito, uma conscientização do ser, uma eterna gratidão à vida pelo existir, e acima de tudo, o entendimento da missão a que viemos. Podemos ser felizes sem riquezas, apenas com o necessário para sobreviver.

Conhecemos tantos casos, de pessoas afortunadas, famosas, talentosas, que são detentoras de grandes patrimônios, mas, são infelizes. Deixam-se dominar pela vaidade, pelo egoísmo, pela arrogância, pelo orgulho, e tratam os outros como se fossem seres inferiores, angariando para si próprios o desespero, a angústia, a solidão, e tantos outros sentimentos negativos, pois, para toda ação existe uma reação.

Em contrapartida, sabemos que muitas pessoas desprovidas de bens materiais, que vivem no anonimato, são plenas, íntegras e felizes, na simplicidade.
Acredito que a felicidade está dentro de cada um de nós, é o que pensamos e aquilo que fazemos, da vida e de nós mesmos. Se somos autênticos, honestos, conscientes da nossa missão no mundo, se buscamos iluminação, concórdia, pacificação, serenidade, com certeza encontramos a felicidade.

E podemos nos alegrar com pequenas coisas, pequenos gestos de amizade, de carinho, pequenas conquistas, mas, que têm grandes significados.

Creio que apenas de mãos estendidas, num gesto de eternas generosidade e solidariedade, é que podemos apalpar a felicidade, pois, ela encontra-se, quando não no nosso coração, a um passo de nós, em cada pessoa que cruza o nosso caminho, esperando o nosso respeito, a nossa benevolência, a nossa caridade, ou até mesmo um simples sorriso. É feliz quem serve. Sejamos felizes!


Imagem da Net.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

A ORIGINALIDADE, SEGREDO DOS MESTRES


Lao-Tsé

Os antigos Mestres da vida
Eram profundamente identificados
Com as potências vivas do Cosmos.
Em sua profunda interioridade
Jaziam a grandeza e o poder
Da sua dinâmica atividade.
Quem compreende, hoje em dia, esses homens?
Sábios eram eles,
Como barqueiros que cruzam um rio
Em pleno inverno;
Cautelosos eram eles,
Como homens circundados de inimigos;
Reservados eram eles,
Como se hóspedes fossem;
Amoldáveis eram eles,
Como gelo que se derrete;
Autênticos eram eles,
Como o cerne de madeira de lei;
Amplos eram eles,
Como vales abertos;
Impenetráveis eram eles,
Como águas turvas.
Impenetrável também nos parece
À sua vasta sabedoria.
Quem pode compreendê-la atualmente?
Quem pode restituir a vida
Ao que tão morto nos parece?
Só quem sintoniza com a alma do Infinito!
Só quem não busca o seu próprio ego,
Mas demanda o seu Eu real,
Mesmo quando tudo lhe falta.

Lao- Tsé
Poema 15, do livro Tao Te Ching

Explicação filosófica:

Esta apoteose da sabedoria eterna faz lembrar os mais elevados píncaros da sapiência de Salomão, de Krishna e do próprio Cristo. A fonte de todas as coisas grandes, que se revelam por fora, brota das profundezas da interioridade, da intuição da essência divina do homem. Essas palavras de suprema sabedoria foram escritas seis séculos antes da Era Cristã. Não terá havido uma tremenda decadência nesses vinte e seis séculos? Verdade é que, ainda hoje, existe, em alguns Mestres, essa sabedoria – mas quão poucos são eles! A massa profana ignora, tripudia, sobre as coisas sagradas e executa a dança macabra em torno do bezerro de ouro – enquanto Moisés trava o seu silencioso solilóquio com o Infinito, no impenetrável cume do Sinai. Mas... uma pequena elite anônima preserva da extinção o fogo sagrado.
Huberto Rohden.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

SELINHO



Ganhei este selinho da Cíntia, do Blog
http://cantinhodabarbiegirl.blogspot.com/


Amiga, agradeço muuuuuito o seu carinho, atenção e gentileza. É o selo da nossa amizade, que apesar de virtual, tem uma importância tremenda pra mim. Que Deus derrame preciosas bênçãos sobre você e sua linda família. Valeu!


Vamos ao meme do selinho:

1 – Explique o motivo de ter começado o Blog e se esperava tornar-se popular.

Sempre tive mania de registrar momentos importantes da minha vida, não importando se eram de alegrias ou tristezas. Na adolescência tive diários, depois de adulta um caderninho qualquer. Escrever sobre esses momentos era uma espécie de desabafo, ou de extravasamento de emoções. Conheci o Blog de uma amiga e pensei: quero um pra mim. Não esperava tornar-me popular, e na realidade não sou popular, mas, estou adorando as amizades virtuais que já fiz, e principalmente o meu espaço, onde coloco tudo que gosto, que penso, minhas recordações, homenagens, enfim...

2 - Diga a data exata do início do seu Blog.

22 de março de 2010

3 - Repassar para cinco seguidores do seu Blog.

Ana Clara, http://toca-dos-gatos.blogspot.com/
Pati Araújo, http://blogeflordelis.blogspot.com/
Vera, http://www.deficienteciente.com.br/
Luciana P.http://www.afroditeparamaiores.com/
Anjo, http://sonho-sonhodeumanjo.blogspot.com/



Bjokas
:)