Pegadas de Jesus

Pegadas de Jesus

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

BRAZÃO


Brazão


Apresento-vos brazão, nosso peixinho de estimação. Foi um presente que meu filho ganhou da namorada, e que cativou a todos nós, e já faz parte da família(rs). Deu-lhe esse nome em homenagem a um jogador do time que ele torce, o Santa Cruz, de Pernambuco (Recife).

Gosto de ficar olhando para o aquário, por longos minutos, brincando com ele, e me divertindo com as evoluções que faz. Na hora das refeições, especificamente, ele é uma graça, dada a rapidez e a gulodice com que devora a ração.

A presença desse minúsculo ser, em nossa casa, faz diferença sim, pois, transmite uma sensação de paz, de ternura, e de cuidados. Apesar da sua fragilidade, descobri que ele é brigão, pois, é um BETTA.

O Betta splendens , ou mais conhecido como betta ou peixe de briga, ganhou este nome pois na região do antigo Sião (hoje Tailândia, na Ásia), vivia uma tribo muito guerreira chamada Ikan Bettah.

Este peixe originado dos açudes, córregos, pântanos e arrozais da Tailândia, Sri-lanka e Malásia pode viver em média 3 anos, podendo ter uma vida mais longa se observados seus hábitos alimentares, fornecendo a eles uma dieta bem variada com ração industrializada de qualidade (mais de 40 % de proteína) e principalmente oferecendo aos bettas alimentos vivos e congelados como a artêmia salina, enquitréias, larvas de bicho de amendoim e etc.

Quando adultos, mais ou menos aos seis meses de vida, os bettas macho podem atingir até 8 cm e já estão prontos para reprodução.

Como os outros peixes, o betta é pecilotérmico, ou seja, a temperatura de seu corpo varia de acordo com a temperatura da água, procure manter essa temperatura entre 22 a 30ºC, evite sempre mudanças bruscas na temperatura da água dos peixes, pois isto pode ser fatal.

O betta gosta de água mais velha e não é muito exigente quando o assunto é o oxigênio dissolvido na água, pois, como dito anteriormente vivia em arrozais, pântanos, córregos e açudes dos países asiáticos, por isso é um peixe que vive bem em pequenos potes individuais. Sendo assim o aquariofilista não deve descuidar das trocas parciais da água, que devem acontecer toda semana para evitar a acidez da água, tendo o pH ideal entre 6,8 a 7,2, e a ocorrência de várias doenças.

O betta é um peixe ovíparo e ao final do acasalamento a fêmea deve ser separada, enquanto o macho cuida dos filhotes todo o tempo com toda dedicação e carinho, até mais ou menos seus 5 dias de vida, onde já começam nadar por todo aquário.

Alerta: Nunca deixe dois machos juntos, pois estes irão brigar até a morte. As fêmeas podem ficar juntas, até mesmo em aquários comunitários sem problema algum.

Fonte: altavista.com

Leia, A História de Marcos, http://www.bomespirito.com/search/label/Hist%C3%B3ria%20de%20Marcos

P.S. Brazão morreu no dia 7 de setembro de 2010. Snif! Snif!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

EU NÃO EXISTO SEM VOCÊ


O oceano, mais belo com o luar!


Eu sei e você sabe, já que a vida quis assim
Que nada nesse mundo levará você de mim
Eu sei e você sabe que a distância não existe
Que todo grande amor
Só é bem grande se for triste
Por isso, meu amor
Não tenha medo de sofrer
Que todos os caminhos
Me encaminham pra você

Assim como o oceano
Só é belo com luar
Assim como a canção
Só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem
Só acontece se chover
Assim como o poeta
Só é grande se sofrer
Assim como viver
Sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
Eu não existo sem você.

(Vinicius de Moraes)

domingo, 8 de agosto de 2010

MEU PAI



Esse é meu pai, Sr. Luiz Gonçalves, seu Luiz, como é conhecido. É a personificação da simplicidade. Tem um ar de ingenuidade, e uma bondade imensa no coração, mas, é muito birrento também.

Sempre foi muito tímido, e talvez por causa disso, ou porque é totalmente desprovido de ambições, tenha deixado passar em branco algumas oportunidades na vida.

No tempo de sua juventude, trabalhou no campo, e depois foi operário de indústrias metalúrgicas, por longos anos. Trabalhou de sol a sol, e em atividades insalubres e perigosas, para nos garantir o pão de cada dia.

Tem pouca instrução, mas, sempre foi um exemplo de dedicação e responsabilidade com a família.

É meio turrão, porém, não existe pessoa mais carinhosa com crianças do que meu pai. Foi carinhoso com os filhos, está sendo com os netos, e é com toda e qualquer criança que cruzar o seu caminho. É uma das suas características mais belas.
Foi vítima do álcool por muitos anos, no entanto, nunca faltou com as suas responsabilidades, e nos deu o grande prazer de se libertar desse vício, nos presenteando com mais um exemplo de superação e determinação, o que muito me orgulha.

As lições, que na sua simplicidade tem nos ensinado, são de honestidade, respeito ao próximo, mansidão, responsabilidade, carinho e cuidado por nós.

Agradeço-lhe meu pai, por todo o seu amor, e elevo a Deus minhas preces para que o abençoe sempre, e a cada instante da sua vida.

Feliz Dia dos Pais, com todo o meu amor...


Dedico este post ao meu pai, ao pai do meu filho (marido), e aos meus irmãos e amigos que também são pais. A eles desejo saúde, paz, e que Deus os abençoe no cumprimento da missão
.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

BLOGAGEM COLETIVA: SENTIMENTOS E EMOÇÕES - DESEJO


Imagem reginalubr.oibr.com


Desejo...

Uma urgência sem pressa
Um olhar abrasador
Um toque que arrepia
No corpo leve tremor

Uma busca doce e insana
Fúria ardente e voraz
Avidez, Temeridade
De um querer sempre mais

Um sussurro, uma carícia
Um cheiro bom, que delícia!
Delírios de uma paixão

E a sofreguidão do beijo
Que inflama o desejo
E o explode como um vulcão.

Socorro Melo


Blogagem coletiva proposta pela Glorinha do http://cafecomglorinha.blogspot.com/


quarta-feira, 4 de agosto de 2010

O ABUSO DO ÁLCOOL








Beber é um dos prazeres da vida, como tantos outros. Quem não aprecia um bom aperitivo, uma taça de bom vinho, ou outra bebida qualquer? Qual a graça da festa, do evento, da cerimônia, da comemoração, sem uma bebedinha que seja?

No entanto, como tudo na vida, beber tem um limite. Deve-se beber com moderação, pois, diferentemente de outros prazeres, o álcool vicia. E daí, o que poderia ser motivo de alegria, de celebração, passa a ser um problema social, e de saúde.

Relutei muito antes de escrever esse texto, porque o assunto me incomoda, me deixa triste, e me sinto impotente diante dele.

Desde a infância convivo com pessoas que abusam do álcool, e confesso que é terrivelmente chato e deprimente.

A Ciência constata que o alcoolismo é uma doença, e as estatísticas demonstram números alarmantes, inclusive de óbitos, causados pela dependência do álcool.

O que não consigo entender, é porque as vítimas desse mal, normalmente, recusam tratamento, e qualquer tipo de ajuda, quando em toda e qualquer outra doença, as pessoas buscam ajuda, recorrem a tratamentos, e são fiéis as recomendações médicas, que as ajudarão a curar-se.

Sei que estou errada, mas, às vezes penso que a dependência do álcool, é, na verdade,
um desvio de caráter, uma fraqueza, ou até mesmo falta de compromisso com a vida.

As conseqüências, desse vício, são nefastas, pois, além de causar sérios danos à saúde do bebedor, originam diversos problemas sociais. Quantas famílias são destruídas? Quantos crimes cometidos? Quantos acidentes de trânsito são provocados?

Se os problemas decorrentes afetassem apenas os que abusam do álcool, seria justo, porém, parece-me que os mais afetados são os outros, principalmente as famílias.

Já acompanhei uma pessoa em reuniões de A.A., e fiquei impressionada com as histórias de vida contadas por pessoas que conseguiram se libertar do vício e por outras que estavam em processo de abstinência, e essas histórias, eram chocantes. Contavam sobre destruições de suas famílias, acidentes, doenças, depressões, mortes, acesso a outras drogas, sarjeta, etc.

Confesso que não sei lidar com isso, não tenho paciência, nem tolerância. Acho sempre muito desagradável a presença de um alcoolizado, seja ele quem for.

Não consigo entender, que prazer se pode sentir, sabendo que se está na contramão da vida, sem o domínio do que há de mais precioso no ser humano: a sua consciência.
Será mesmo uma doença?





Imagens da Net (Google)

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

ATITUDES CRISTÃS


A imensa maioria das pessoas sabe que Jesus sintetizou na prática do amor todos os deveres dos homens.

Ele afirmou que no amor a Deus e ao próximo estão contidas todas as Leis Divinas.

Assim, quem se afirma cristão, para ser coerente com sua fé, necessita amar a Deus e ao próximo.

Relativamente ao amor ao próximo, há um complicador, pois ele simboliza o conjunto das criaturas humanas.

Não se trata apenas da namorada, do irmão ou do amigo querido, mas de todo ser humano, incluindo os inimigos.

Mesmo os corruptos e os criminosos estão incluídos no conceito de próximo, de semelhante.

Surge então a dúvida: não é possível distinguir entre pessoas queridas e completamente desconhecidas?

Para cumprir a Lei de amor é necessário sentir carinho por quem rouba meu carro ou me machuca?

No âmbito da legislação humana, sabe-se que uma lei não pode impor deveres muito artificiais.

Se uma determinação for muito difícil de ser cumprida, nunca será eficaz.

Por exemplo, um limite de velocidade de 5 km por hora jamais será respeitado.

Esse limite é muito artificial e impossível de ser cumprido.

Não importa a sanção que se aplique, as pessoas o burlarão tanto quanto possível.

Certamente Deus não é menos sábio do que o legislador humano.

A amizade é uma questão de afinidade de almas, somente possível entre iguais.

O afeto costuma originar-se de similitude de valores e de gostos.

Não é possível gostar do mesmo modo de um amigo e de um cruel criminoso.

Então, amar, no contexto das Leis Divinas, não implica necessariamente sentir afeto e externar ternura.

Em relação a desconhecidos ou desafetos, o amor é principalmente uma questão de atitude, de respeito.

O cumprimento da lei de amor pressupõe que o homem se coloque mentalmente no lugar do próximo.

E imagine como gostaria de ser tratado, se estivesse no lugar dele.

Identificado esse desejo, ele deve agir desse modo.

Amar o próximo é tratá-lo como eu gostaria de ser tratado se fosse ele.

Como sempre quero o melhor para mim, tenho o dever de dar ao próximo o melhor tratamento possível.

Talvez eu ainda não consiga gostar dele.

Mas sempre devo tratá-lo com correção e generosidade.

Trata-se do amor como uma atitude.

Não é necessário ser santo para amar os inimigos e os malfeitores.

Basta ter o firme propósito de viver como cristão.

O amor é uma proposta de vida, um compromisso com a própria consciência.

No fundo é algo simples e com profundo potencial transformador da sociedade.

Se cada homem adotar o hábito de imaginar-se no lugar do outro antes de agir ou falar, certamente o padrão de relacionamento humano melhorará muito.

Não importa se o próximo é mesquinho, viciado ou corrupto.

Não se trata de gostar ou não, mas de agir corretamente.

Isso não implica um viver irreal, no qual não se tome cuidado com os indivíduos perigosos.

É preciso ser manso como as pombas e prudente como as serpentes, conforme o dizer de Jesus.

É necessário perceber o mal onde ele existe, para viabilizar a defesa.

Mas não valorizar o mal na pessoa do próximo e nem desprezá-lo por suas falhas.

Ajudá-lo a recuperar-se, sempre tendo em mente o próprio desejo de auxílio, caso o corrupto ou o viciado fosse eu.

Pense nisso.

Redação do Momento Espíta
Imagem da Net.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

BLOGAGEM COLETIVA: SENTIMENTOS E EMOÇÕES - MEDO


O Grito


Meu maior medo??? Da morte.


Eu sei. Juro que senti. Ela estava lá.
Foram minutos eternos, que sorveram o passado e o futuro.
Não havia cor. As cores sumiram.
Só a branca nefasta, daquele quarto de hospital,
e a cinza da minha alma.

À minha frente, em meio ao vai-e-vem dos jalecos brancos,
um rosto pálido, lábios sem cor, se esvaindo... se contorcendo de dor...
era o meu amor!

Nenhuma palavra,
Apenas sussurros,
Que agonia!

Um farfalhar de jalecos brancos
E ninguém percebia
A dor da minha alma,
Que se abatia.

Então, eu senti...

Aquela presença,
Invisível,
Horrenda...
Ela estava lá
Pairando no ar...

Aproximou-se de mim,
Meu corpo tremeu
E o negro da sua cor
Quase se materializou.

Um hálito nauseante,
Um vento gélido, uivante
Naquele quarto a se espalhar.

Um grito dilacerante,
Quebra o silêncio, ofegante...
Ó Deus, POR FAVOR, isso não!

Um corre-corre de jalecos brancos,
Um vai-e-vem de aparelhos,
Um fio de esperança...

Ai! Como eu queria não estar lá ...
Seria um pesadelo?
Não, não era um pesadelo
Era real.

O corpo tremia,
As mãos suavam,
O coração se apertava.

E eu sentia...
Ela ainda estava lá.

Aquela presença,
Invisível,
Disforme,
Não havia como não notar.

E ela esperava,
Serpente traiçoeira,
Pronta pra arrebatar.

E naquele instante, eterno...
Quando parecia,
Que ela venceria...

Dos olhos ressecados, brotaram lágrimas
E no fim do túnel, brilhou uma luz...
A luz da VIDA!

E ela se foi...

Mas, eu juro, juro que senti...
Ela estava lá!


(Baseado em uma situação real).


Blogagem Coletiva – Sentimentos e Emoções (Medo) , proposta pela Glorinha L de Lion, do
http://cafecomglorinha.blogspot.com/

Imagem da Net.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

SONETO DE FIDELIDADE



De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

Vinícius de Moraes


A harmonia, a sonoridade e a poesia dos versos deste soneto, são para a alma, como a música é para os ouvidos. Socorro Melo

Imagem da Net.

domingo, 25 de julho de 2010

CORAGEM, AMIGA!




Ó minha querida amiga!
Sei da dor, e da angústia
Que tem o seu coração
Das lágrimas derramadas
Da insônia, da aflição
Quisera que o nosso Deus
Concedesse, de uma vez
A cura pro seu irmão.

As súplicas são constantes
O medo, uma obsessão
Mas a fé que nos anima
E dissipa a escuridão
Enche-nos de fortaleza
Para cumprir a missão.

Seja forte,
Tudo passa
Enfrente a luta com raça
Isso é só uma lição
Lição de dor, certamente
Que mexe muito com a gente
Mas, que logo vai passar.

A cura vem a caminho
Deus não nos deixa sozinhos
E nunca nos faltará
Seu amor é luz, é chama
E lhe dirá com certeza
Coragem, eu venci o mundo!
Você também vencerá!



Para minha amiga F.Veras, extensivo a toda sua família, minhas preces e o carinho da minha amizade.

Imagem da Net.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

CONTANDO COM SÃO LONGUINHO




Quem nunca se reportou a São Longuinho, pra encontrar uma coisa perdida? Eu vivo incomodando o Santo! Vez por outra perco alguma coisa, e lá vou eu prometer ao santinho, três pulinhos se encontrar.
Como toda virginiana,gosto de organização. Procuro sempre deixar cada coisa no seu lugar, principalmente objetos pequenos, pessoais, ou de uso comum. Mas, nem mesmo essa característica tão marcante, me isenta de perder alguma coisa, de vez em quando. Na verdade,nem sempre perco, mas, guardo muito bem guardado, e depois não lembro mais onde está, e isso herdei da minha santa mãezinha.
Por vezes são até cômicas essas histórias de perder alguma coisa, guardar muito bem guardado, etc.
Certa feita, procurei meus óculos desesperadamente, e pasmem, eu os estava usando, dá pra acreditar?
Em outro momento, quando fazia compras, joguei a carteira em uma das sacolas, e quando procurei na minha bolsa, pra fazer novo pagamento, não a encontrei, e pensei que havia sido assaltada. Foi um terror. Por uma fração de segundos senti a pior sensação do mundo, mas, ainda bem que a encontrei.
No entanto, a história mais hilária que conheço, desse tipo, é a seguinte:
Uma vizinha tinha três filhos. Um de cinco anos, o Lucas, e os gêmeos Mateus e Matias, de aproximadamente 10 meses. Certo dia, quando os gêmeos dormiam, ela saiu de mansinho, enquanto o Lucas brincava, e foi ao Mercadinho próximo a sua casa. Quando voltou, poucos minutos depois, sentiu a falta de um dos gêmeos. Procurou por toda parte e não o encontrou. Perguntou as outras pessoas que estavam em casa e ninguém sabia de nada. Foi um desespero total. Os amigos e conhecidos se puseram em busca, todos angustiados, sem saber por onde começar, pois, não havia entrado ninguém em casa, não havia vestígios de nada, mas, o bebé não estava lá. Pensou-se até em acionar a polícia.
Depois de muita correria, muitas lágrimas, aflição, resolveram perguntar ao Lucas que, alheio à situação, brincava tranqüilamente:
- Luquinha, você viu quem pegou o nenê?
- Vi sim, mamãe, fui eu.
- Você??? E onde o colocou? O que fez com ele?
- Eu o guardei. Ele estava chorando muito, e eu o guardei.
- Mas, onde?
- Não me lembro.
- A mãe, beirando a um ataque de nervos, falou de mansinho:
- Como não, Luquinha? Pense bem, e fale pra mamãe onde está seu irmãozinho.
- Vou pensar. Pôs a mãozinha no queixo, pensou... pensou... e depois de algum tempo saiu correndo em direção ao quarto do casal, e apontou pro roupeiro... aqui!
Quando a mãe (que já havia implorado a São Longuinho) abriu a porta do roupeiro, lá estava o seu lindo bebezinho, bem guardado, dormindo o sono dos anjos.
A mãe chorou e gritou de alívio e felicidade, e Luquinha, naturalmente, fez um ar de desdém, como se não estivesse entendendo coisa nenhuma. Foi uma alegria geral. Onde já se viu guardar um bebé? Só Luquinha mesmo (Rs...).
E mais uma vez são Longuinho atendeu a uma prece...


Imagem da Net.