Pegadas de Jesus

Pegadas de Jesus

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

MEDITAÇÃO



Num ambiente tranquilo, na penumbra, sentada, em profunda quietude, com olhos suavemente fechados, coluna alongada, mãos sobre as pernas, pés ligeiramente afastados, vou buscando o silêncio interior. O ideal é que se faça silêncio exteriormente, mas, mesmo que não aconteça, ou que o mesmo seja rasgado por alguns instantes, o grande desafio é permanecer atenta, serena, concentrada, em busca desse encontro com Deus e comigo mesma, no mais profundo do meu ser. E o nome de Jesus é a minha âncora, o meu mantra. A ele dedico toda a minha atenção. E assim eu fico, por no mínimo vinte minutos, todos os dias, manhã e noite. É o meu caminho de silêncio. É a meditação cristã. Antes, invoco a presença do Espírito Santo para fazer comigo esse caminho, para me ajudar a repousar nos braços do Pai, e pronunciar pelo Espírito, o santo nome de Jesus, o Filho. É um momento de adoração. Um momento sagrado. A meditação é uma forma de oração. Nela não entoamos louvores, nem agradecimentos, nem fazemos petições ou intercessões, nela nos abandonamos nos braços de Deus, e nos calamos, para que Ele nos fale ao coração. Comprovadamente, a meditação traz inúmeros benefícios, e não é praticada somente pelos religiosos, mas, por quem deseja fazer a experiência do recolhimento. A mim parecia algo bizarro, até conhecer. Aprendi que para trilhar por este caminho é necessário conviver bem com as distrações, pois, elas são eternas companheiras , que vão diminuindo à medida que vamos crescendo. Não avalio as dificuldades de concentração, de alguns momentos, pois, elas fazem parte do processo de aprendizagem. Não medito visando receber benefícios, medito por que amo a Deus, e essa é uma experiência que me aproxima Dele, vez que creio que Ele habita o meu interior. Porém, nesse curto período de caminhada, já percebo as mudanças que considero frutos da minha experiência: estou mais harmonizada  mais firme na fé, mais serena, menos impaciente e menos medrosa. Já consigo me confrontar com as minhas fragilidades sem me atormentar e procuro semear boas sementes nesse canteiro interior. E agradeço a Deus por este caminho espiritual, e por ter conhecido a Escola Franciscana de Meditação, que me mostrou essa riqueza, essa pérola preciosa que é a oração de meditação, com a qual eu me identifiquei grandemente. (Socorro Melo).
“ Se a felicidade tivesse um som, seria o silêncio” Benjamim Taubkin, músico.


sexta-feira, 11 de setembro de 2015

ANOS DOURADOS...



Anos dourados...

Nós, mulheres desta foto, temos, ao menos, duas coisas em comum: somos amigas da aniversariante, e somos cinquentinhas... Vivemos os anos dourados.
Dourados porque comemoramos recentemente, cada uma a seu tempo, o nosso jubileu de ouro.
Eu, particularmente, não tive o prazer de festejar em grande estilo os meus 50 anos, pois, na época passava por um período de cuidados com a saúde.

E fico pensando, cá com meus botões: são mesmo anos dourados?

Estou na esquina do tempo nº 50, como bem definia uma saudosa amiga e escritora, a Glorinha Leão, autora de um livro com este título.

O que me proporciona esse tempo? O que vejo nessa esquina? O encerramento da carreira profissional, o envelhecimento dos pais, a saída do filho de casa, e as sutis mudanças biológicas inerentes à idade... Todavia, não só.

Penso num tempo de liberdade. Um tempo em que eu tenha disponibilidade para cuidar melhor de mim, para viver sem correrias, para me libertar, um pouco, do jugo do relógio.
Confesso que até amadurecer a ideia de aposentaria, tive medo. Medo de me desligar do universo do trabalho, da rotina de todos os dias, das novidades desse universo, e do companheirismo. Tive medo das perdas financeiras. 

Houve uma luta dentro de mim. Mas, aos poucos eu fui confrontando os pós e os contras, ponderei, rezei, aceitei e decidi: vou me aposentar em breve, e estou encarando com naturalidade essa ideia sabendo que estou diante de uma fase da minha vida que se encerra, porém, de outra que se inicia.

E pretendo viver meus anos dourados com muito ânimo e dinamismo. E tenho para eles alguns pequenos projetos. Construí a minha vida dentro dos meus princípios, dos meus valores, daquilo em que sempre acreditei. Errei muito, mas, acertei, por vezes. Aspirei tantas coisas, me lancei em tantas oportunidades, repensei tanto minhas escolhas, caí e levantei, mas, estou de pé e sou consciente de que a vitória é isso.

Quero, neste novo caminho, ter um olhar diferente para a vida. Quero fazer valer cada minuto.  Quero me tornar uma pessoa melhor, mais humana, e quero agradar, acima de tudo, a Deus. (Socorro Melo)


sexta-feira, 4 de setembro de 2015

ESPERANÇA


A vida é fatal. É incurável. Começamos a morrer no dia em que nascemos. As perdas são sucessivas, rotineiras... Curioso é que mesmo sabendo que avanço para a morte, alguma coisa me impulsiona a seguir. Há uma pressa de chegar. E de chegar onde? Como? Se a única certeza palpável é mesmo a morte. Não importa, mesmo me sabendo condenada, o amor à vida me torna imortal. É algo inexplicável. Percebo que existe uma dinâmica interior, irrefreável, uma certeza de que além do abismo existe algo maior, algo que me sussurra que devo confiar, que me aponta caminhos, que me diz não estar louca, que desafia a natureza. E assim eu vou me deixando levar, por essa voz tão clara e tão convincente, de que a morte não é o fim, mas, o processo de gestação para uma vida maior, que desconheço, mas, anseio por dela participar. Coincidentemente, depois de escrever este pequeno texto,  encontrei esse pensamento abaixo, de São Bráulio, que se assemelha ao que pretendi expressar. (Socorro Melo)

"O tempo foge insensivelmente, a morte aproxima-se em segredo, e a nossa cega esperança não vê senão as alegrias da vida. Felizes aqueles cuja a alegria é Deus, e cujo gozo repousa na futura bem-aventurança!"  São Bráulio de Saragoça.



segunda-feira, 31 de agosto de 2015

INFORMANDO...


Amigos,
Quando criei este Blog em 2010, eu dispunha de tempo para me dedicar a ele, e a fazer as visitas aos Blogs amigos, porém, logo depois, assumi alguns compromissos que escassearam meu tempo, não mais me permitindo ter a mesma disponibilidade, e então me afastei. Vez por outra eu vinha por aqui, me visitava, e deixava um recadinho, e só, não tinha tempo para mais que isso.
Fiquei muito triste logo que me afastei, pois, fiz grandes amizades, mas, a responsabilidade falou mais alto.
A situação está mudando um pouco agora, os compromissos estão mais flexíveis, e estou em contagem regressiva para a aposentaria (em princípios de 2016). Por isso estou voltando, aos poucos, até poder me dedicar mais assiduamente.
Pretendo, neste ano de 2015, postar pelo menos um texto, semanalmente, e reservar um tempinho para navegar pelos blogs amigos. É o meu projeto.
Sou muito grata aos amigos que nunca me esqueceram, e que continuaram a me incentivar a cada vez que eu aparecia por aqui. Vocês são a razão de ser desse cantinho.
Estou aberta a novas amizades e todos serão sempre bem vindos neste espaço que é cultivado com muito carinho e que se propõe a falar de paz e de amor fraterno.
Grande abraço

Socorro Melo

sábado, 29 de agosto de 2015

INGRATIDÃO



Teoricamente sei que as pessoas não são iguais, que cada uma tem o seu jeito de ser e de agir. O que é importante para uma, não deve ser, necessariamente, a mesma coisa para outra. Sei que devo compreender as limitações e as fraquezas “do outro”, mas, na prática, não consigo entender, como aceitar ingratidão daqueles a quem muito nos doamos. É óbvio que todos nós erramos, fazemos coisas que entristece a quem amamos, vacilamos... mas, repetir as mesmas atitudes egoístas, mesmo sabendo que elas vão ferir, machucar, indignar... Irresponsabilidades, cinismos, tudo passa pela mentira, e mentira destrói a confiança. Entendo que nossa liberdade, esbarra sempre na liberdade de alguém. Se temos compromissos, eles exigem satisfações. Como não cumpri-los? É falta de amor e de respeito agir de forma egoísta, e ainda por cima, tentar se justificar com meias verdades. Decididamente, ainda não sei como se ofertar perdão a quem não faz questão de receber.

Por Socorro Melo 

terça-feira, 25 de agosto de 2015

ESPIRITUAL IDADE - CONFIANÇA VIRTUAL

  

Esta é a minha participação na festa do Blog Espiritual-Idade (http://www.idade-espiritual.com.br/ ) da Rosélia Bezerra.
Parabéns, Rosélia, por nos presentear com uma página tão iluminada, e com a sua amizade tão calorosa. Que o  Espiritual-Idade continue mostrando a sua beleza e vivacidade, alegria e inocência (de seus seis aninhos), e nos ensine a perseverança, que passa pela confiança, para fortalecer os laços de amizade que se fazem por aqui. 



CONFIANÇA VIRTUAL
A pessoa humana é a maior maravilha do mundo. E justamente por ser inexplicável, incompreensível, exerce tanto fascínio.  A amizade é o que nos aproxima desse mistério. Uma vez amigos, vamos descobrindo as grandezas de cada um. E para viver essa aventura, muitas vezes pagamos um preço. Até que tenhamos mergulhado no universo de cada ser, precisamos de ousadia para adentrar. A confiança requer ousadia. Ter confiança é dar crédito ao outro. É acreditar na sinceridade e na retidão moral. Ela cresce e se estabelece à medida que vamos levantando o véu, conhecendo a outra pessoa.
No mundo virtual, eu, particularmente, sondo as pessoas pelo que escrevem, pelo que pensam,  pelo que creem, pelo que lutam, pelo que se indignam. Pelas atitudes. Porque até mesmo nesse universo podemos perceber comportamentos, sutilezas, grandeza de alma, humildade, mas também pretensão, imaturidade, vaidade e preconceito.
A confiança virtual é acima de tudo ousadia, que nada mais é que prudência. Prudência é respeito, é cautela. E quando não nos esquecemos disso, podemos sim, firmar amizades sadias e verdadeiras, que passam a agregar valores em nossas vidas.
Nunca passei por qualquer experiência desagradável, negativa ou impertinente, durante mais de cinco anos em que navego nas redes sociais. Pra isso tomo minhas precauções: sou respeitosa, não me envolvo em polêmicas, e não me relaciono com pessoas que não demonstram prezar os princípios que me norteiam. E assim, vou desfrutando dessa aventura que é construir amizades, e foi assim, que nasceu a minha amizade com Rosélia e com tantos outros nesse mundo virtual, em quem confio e com quem partilho minha experiência de vida.

(Socorro Melo).


segunda-feira, 10 de agosto de 2015





Blogagem Coletiva proposta por Norma Emiliano, em comemoração aos seis anos do seu Blog http://pensandoemfamilia.com.br/

Muito grata, Norma, pelo convite, e parabéns pelo Blog que tem uma proposta bonita e digna, de compromisso com a família. Eis a minha história...


DE  CARRO A PATOS...


Eu tinha 20 anos. Participava do Rotaract, o clube de jovens do Rotary Club, da minha cidade Belo Jardim, em Pernambuco.
Naquela ocasião nós, do Rotaract Club, iríamos participar de uma Convenção Distrital que aconteceria na cidade de Patos, na Paraíba.
Eu não conhecia Patos, e estava animadíssima para esse evento, tanto por conhecer a cidade, quanto pelas expectativas do encontro, pois, tudo era novidade, eu apenas começara a descobrir o mundo.
Chegou o dia, e lá fomos nós.
Na véspera da viagem, as meninas do grupo,  dormimos na casa da nossa amiga Júlia, de onde sairíamos pela madrugada, junto com os rapazes, rumo ao nosso destino. Na verdade nem conseguimos dormir, de tanta emoção. Rimos e conversamos muito, e às três da manhã, partimos.
Seguimos pela BR 232 em direção ao sertão de Pernambuco, para num determinado ponto, entrar na Paraíba, só que tomamos um atalho, para ganhar tempo, e ao invés disso nos perdemos, e rodamos por muito tempo sem se quer ver uma vivalma e sem ter noção de onde estávamos. Era o tempo da Copa do mundo de 1982, da Espanha, e depois de rodar tanto sem saída achávamos que não tardaria para que Madri aparecesse à nossa frente. Brincávamos para manter a calma, pois, já começávamos a nos preocupar com a possível falta de combustível. Depois de muito tempo, chegamos à estrada principal, a BR.
A hora já estava avançada, e talvez não conseguíssemos chegar para abertura do evento, onde deveríamos nos apresentar. Prosseguimos animados. Em Monteiro, na Paraíba, quando o sol já estava alto, o carro se chocou com uma coluna de ferro e cimento. Por sorte não nos ferimos, mas, o susto foi grande, e ainda perdemos um pouco mais de tempo tentando nos desvencilhar dos policiais rodoviários que faziam inúmeras perguntas e tencionavam segurar o carro que ficara um pouco amassado, entanto, com nosso tradicional jeitinho brasileiro conseguimos convencê-los, era só um amassadinho de nada. E lá fomos nós cortando o sertão da Paraíba.
Chegamos tarde, cansados e com muita fome. Perdemos a abertura do evento e o café da manhã. Porém, o encontro estava animadíssimo, com muitos jovens, muitas atividades, música, bandeiras, cores, coreografias, etc.
Passados os momentos de contrariedade, tudo se normalizou. Fomos alojados, almoçamos, descansamos e à tarde voltamos para a plenária. Foi o primeiro evento de grande porte que eu participei. Fiquei um pouco deslumbrada com tudo. Nunca viajara para tão longe... Nunca participara de um encontro com tanta gente,  com jovens de várias cidades, de quatro estados diferentes...  Nunca havia escutado palestrantes tão bons e tão dinâmicos, além dos meus professores... Eram tantas as atividades, as brincadeiras, as dinâmicas, os jogos, que o tempo parecia voar... E houve um campeonato de futebol de salão, e o nosso time masculino foi chegando de mansinho, e se classificando. Era um timizinho fraco, sem perspectiva, mas, na noite daquele sábado se tornou um gigante e se  classificou para a grande final na manhã seguinte. Tinha vencido outros mais expressivos, mais agressivos, e conseguiu se impor e sonhar com a taça daquela Convenção.
E para coroar àquele dia, ainda faltava algo acontecer: à noite, acordei com muito barulho no alojamento feminino, e um entra e sai de mulheres correndo pro WC, e mesma coisa acontecendo com os garotos no alojamento masculino. As filas dos sanitários eram quilométricas, pois, alguma coisa estragada no jantar, havia causado toda aquela confusão, que ainda assim, tornara-se ocasião de divertimento para os jovens. Fui dos poucos que escaparam desse vexame.
Dia seguinte, domingo, último dia da Convenção, entre outras coisas, eu estava ansiosa para o jogo. Torci muito pelo meu time, incentivei, pulei e gritei na arquibancada, e quando menos se espera, meu time sofre um pênalti, e aí foi o nosso fim. Amargamos o segundo lugar.
Fiquei  amuada, como dizemos aqui no Nordeste. Triste demais. Zangada com os meninos. Indignada com aquela perda irresponsável. E aí, sentei-me em algum lugar perto da Quadra do Ginásio de Esportes, curtindo minha raiva, quando a Júlia bateu essa foto. Todos tentavam me consolar, mas, eu, dura na queda,  por um bom tempo permaneci assim, bicuda.
A volta pra casa foi tranquila...  E só sei que foi assim... Há 33 anos...


(Socorro Melo)


quarta-feira, 17 de junho de 2015

CREPÚSCULO


Assim como o sol, tenho feito minha trajetória, dia após dia. Já percorri mais da metade do caminho. O brilho da aurora se distancia. Círculos se fecham. Vivo o resultado das minhas escolhas. Sou consciente de que as fases que se encerram não voltam mais. Vislumbro a luz do poente, e se em algum momento me senti melancólica, essa luz me indicou que a beleza da vida continua, que haverá surpresas, renascimentos. Não tive perdas significativas, ainda. A vida foi generosa comigo. Mas, bem sei que posso tê-las, pois sou humana e inerente aos dissabores da minha natureza. Tento me preparar, e bem sei que nunca vou conseguir, sozinha. Carrego no peito uma fé que me garante que além dessa matéria existe um lugar onde a vida se refaz, onde é mais bonita. E assim, apesar de me assemelhar a um caniço balançando ao vento, vou erguendo a cabeça enquanto faço minha órbita, crendo que tenho muito ainda a aprender e a me desprender. Mas, quando contemplo o espetáculo do crepúsculo, minha alma se incendeia, pois, sabe que como o sol, pode ser sempre sinal de vida, beleza e luz.


Por Socorro Melo

quarta-feira, 3 de junho de 2015

NÃO SABEMOS DE NADA...


A gente escuta e lê tanto disparate que é difícil de acreditar. É tanta parvoíce e tanto pavoneio que causa náusea. Gente, que sabemos nós, de absoluto, do mundo, da vida? Nada. O que imaginamos saber, porque lemos uns poucos ou muitos livros já é fruto do trabalho de tantos outros, somos apenas leitores, na maioria das vezes. O que de fato acrescentamos de novo, que já não tenha nas Enciclopédias pelo mundo afora, para que nos achemos tão sábios? Tudo que imaginamos saber não é nada ante a enormidade, diversidade e complexidade do Universo. Tudo que sabemos é relativo. Sabe quando de fato sabemos alguma coisa? Quando tomamos consciência de que nada sabemos, como bem dizia o grande Sócrates: eu só sei que nada sei. E estas poucas palavras encerram uma grande verdade. (Socorro Melo).

quarta-feira, 25 de março de 2015

JUSTIÇA MAIS QUE PERFEITA


Nunca pensei que pudesse falar da morte com tanta liberdade, sem receios. Se tenho medo da morte? Tenho, sim. Mas, mudei muito o meu conceito de uns tempos para cá. O que antes  me apavorava só de ouvir falar, hoje já não causa tanto efeito. Acredito que nada nos acontece sem a permissão de Deus, e que também nós, temos um calvário a subir, no fim da nossa jornada terrena. No entanto, meditando sobre justiça, entendi finalmente que o maior ato de justiça de Deus para com a humanidade é a morte. Orgulhosos, vaidosos e egoístas como somos, tiranos, jamais nos permitiríamos nos igualar uns aos outros. A vida seria uma eterna sucessão de histórias: de opressores e oprimidos, senhores e escravos, opulentos e mendigos, letrados e analfabetos... Porém, Deus, na sua infinita sabedoria, põe um ponto final na história de cada um, igualando a todos com a morte, sem direito a contestação, esperneio, bajulação, tentativa de corrupção, negociata, nada de nada. Justiça mais perfeita, não há.


Por Socorro Melo.