Pegadas de Jesus

Pegadas de Jesus

quinta-feira, 8 de abril de 2010

E LÁ SE FOI NOSSO CHURRASCO!!!


Imagem da Net


Em 2004, eu morava na cidade de Campina Grande, na Paraíba, em um conjunto residencial chamado Dinamérica. A rua onde eu morava era a mais larga do conjunto, pois, era dividida por uma quadra de esportes inacabada. O pessoal do conjunto, e mais especificamente o pessoal da rua, era bem agradável e animado. Tínhamos um vizinho, um sujeito muito simpático e gente boa, que estava criando um bode para fazer um churrasco no final do ano para toda vizinhança (segundo ele). Costumava deixar o bode amarrado em uma árvore, defronte da sua casa. O bode era conhecido de todos, e a finalidade do bode também. Certo dia, por volta das 13 horas, eu retornava para o trabalho após o almoço. Saí de casa e passei pelo bode que estava amarrado na árvore. Segui em direção ao outro lado da rua, rumo a parada de ônibus. O sol estava escaldante naquela tarde, não se via um pé de pessoa na rua. As casas, todas rodeadas com muros altos, deixavam a rua bem esquisita naquela hora do dia. No meio da quadra, vindo do sentido oposto, aproximava-se um rapaz. Passou por mim cabisbaixo. Continuei o meu trajeto e quando cheguei do outro lado, e me virei, vi que o dito rapaz estava desamarrando o bode, e em poucos instantes o conduzia, e o bode o seguia docilmente. Fiquei olhando estarrecida aquele atrevimento. Pensei em gritar, mas, olhei pros quatro cantos e não vi ninguém, além de mim, do meliante, e do bode. Tive medo de gritar e ele se voltar contra mim, e me dá uns tabefes, e ainda levar o bode. Esperei então ele se afastar um pouco e corri à casa do nosso vizinho para avisar, a fim de que se fizesse o resgate do bode. Chegando lá, contei o caso, e voltei novamente para parada de ônibus, pois, se perdesse aquele horário teria que esperar uns 40 minutos pelo próximo. Quando voltei, à noite, a rua estava animadíssima, todos comentavam o caso do bode. Os vizinhos, adultos e crianças, passaram a tarde toda procurando o bode, que sumiu como que por encanto, numa fração de minutos. O meliante dobrou uma esquina e ninguém mais o encontrou. Pronto, lá se foi nosso churrasco! Imaginem se um escritor de histórias policiais resolvesse contar a história desse bode? Com certeza eu estaria em apuros, e entraria na lista de suspeitos, pois, eu fui a última pessoa a ver o bode. Pode?

Um comentário:

Lú Silva disse...

kkkkkkk
Ouvir contos é uma diliçaaaaaaaaaaaaa!

Socorro fiquei contente em receber sua visita...
Vc é muito simpática. Uma graça!
vamos trocar informações. Eu uso o blog no mundo da lua e o CIInformando sinta-se a vontade para nos visitar!

bjos